Estudo:
HORA DO EVANGELHO NO LAR - Livro – Caminho, verdade e vida - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco C Xavier – ESCRITORES - Capítulo 28
HORA DO EVANGELHO NO LAR
“Guardai-vos dos escribas que gostam de andar com vestes compridas.” — Jesus. (MARCOS, 12:38)
PRECE
Mestre querido, mais uma vez nos reunimos em Teu nome, com alegria e gratidão, para estudar Teu Evangelho de Luz, refletir sobre os ensinamentos que iluminam nossa caminhada.
Obrigado por mais esta oportunidade de crescimento espiritual, por Teu amparo constante e pela presença dos benfeitores espirituais que nos envolvem com carinho e dedicação.
Rogamos, Mestre Jesus, que auxilie nosso entendimento para que possamos vivenciar Teus ensinamentos em nosso dia-a-dia em toda a sua profundidade.
Livra-nos, Senhor, da vaidade espiritual, do orgulho intelectual e da ilusão das aparências.
Ensina-nos que o verdadeiro discípulo não é aquele que sabe mais, mas aquele que ama mais.
Que nossas palavras sejam reflexo de um coração sincero.
Que nossos estudos produzam transformação.
Que nossas tarefas sejam realizadas com humildade, sem desejo de reconhecimento, mas apenas pela alegria de servir.
Abençoa-nos Senhor e permaneça conosco, inspirando nossas reflexões e fortalecendo nosso desejo de seguir Teus passos.
Que assim seja.
LEITURA DO EVANGELHO
Livro – Caminho, verdade e vida - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco Cândido Xavier – ESCRITORES - Capítulo 28.
“Guardai-vos dos escribas que gostam de andar com vestes compridas.” — Jesus. (MARCOS, 12:38)
As letras do mundo sempre estiveram cheias de “escribas que gostam de andar com vestes compridas”.
Jesus referia-se não só aos intelectuais ambiciosos, mas também aos escritores excêntricos que, a pretexto de novidade, envenenam os espíritos com as suas concepções doentias, oriundas da excessiva preocupação de originalidade.
É preciso fugir aos que matam a vida simples.
O tóxico intelectual costuma arruinar numerosas existências.
Há livros cuja função útil é a de manter aceso o archote da vigilância nas almas de caráter solidificado nos ideais mais nobres da vida. Ainda agora, quando atravessamos tempos perturbados e difíceis para o homem, o mercado de ideias apresenta-se repleto de artigos deteriorados, pedindo a intervenção dos postos de “higiene espiritual”.
Podereis alimentar o corpo com substâncias apodrecidas?
Vossa alma, igualmente, não poderá nutrir-se de ideais inferiores, na base da irreligião, do desrespeito, da desordem, da indisciplina.
Observai os modelos de decadência intelectual e refleti com sinceridade na paz que desejais intimamente, isso constituirá um auxílio forte, em favor da extinção dos desvios da inteligência.
REFLEXÕES – Na época do Cristo, os escribas eram homens instruídos, conhecedores da Lei de Moisés, respeitados pelo povo e reconhecidos por sua autoridade religiosa.
Os escribas buscavam a aparência da virtude, o reconhecimento público e as honras humanas, enquanto muitas vezes seus corações permaneciam distantes da vivência sincera da Lei de Deus.
Entretanto, na passagem citada por Marcos, 12:38, Jesus não adverte sobre o conhecimento que os escribas possuíam, mas sobre o uso que faziam dele, priorizando as aparências, o status e o reconhecimento público em vez da humildade e da verdadeira fé.
O Mestre, então, advertia seus seguidores sobre três comportamentos específicos dos escribas: a vaidade, o egocentrismo e a ganância.
Essa advertência ultrapassa o tempo e chega até nós, como um convite para que cultivemos uma espiritualidade autêntica, sem qualquer estratégia de superioridade.
Hoje talvez não usemos vestes longas nem ocupemos o lugar dos antigos escribas, mas todos corremos o risco de valorizar mais a aparência do que a transformação interior.
Podemos conhecer profundamente o Evangelho, citar capítulos, versículos e obras doutrinárias, participar de estudos, palestras e atividades religiosas, e ainda assim esquecer que o verdadeiro objetivo do conhecimento é transformar a própria vida.
Emmanuel nos recorda que a palavra escrita ou falada possui enorme responsabilidade.
Quem ensina, escreve, orienta ou divulga a mensagem do Cristo precisa, antes de tudo, esforçar-se para vivê-la.
No Capítulo XXI — "Haverá falsos cristos e falsos profetas", de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec explica que o falso profeta não é apenas aquele que engana deliberadamente. Em sentido mais amplo, também pode ser aquele que fala do bem, ensina elevados princípios e conhece a verdade, mas ainda não se esforça para vivê-la.
Jesus nos oferece um critério seguro para discernir a autenticidade de um trabalhador do bem: "A árvore é conhecida pelos seus frutos."
Os frutos de um verdadeiro discípulo não são medidos pela beleza de suas palavras, nem pela quantidade de conhecimento que possui ou pelo destaque que alcança, mas pela humildade, caridade, coerência, pela capacidade de servir e pelo esforço sincero de vencer as próprias imperfeições.
Essa é uma reflexão que não deve nos levar a julgar os outros, mas a olhar para nós mesmos. Afinal, todos somos aprendizes. Todos ainda temos muito a corrigir em nossa caminhada. O perigo não está em sermos imperfeitos, mas em nos contentarmos com a aparência da virtude, sem buscar a transformação íntima.
Quanto mais estudamos o Evangelho, maior é nossa responsabilidade. Quanto mais conhecemos os ensinamentos de Jesus, mais somos convidados a vivê-los com simplicidade e autenticidade. O conhecimento ilumina a inteligência, mas somente a vivência ilumina o coração.
Kardec nos afirma, no item 4, do Capítulo XVII de O Evangelho Segundo o Espiritismo, que “Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que faz para dominar suas más inclinações.”
O verdadeiro discípulo de Jesus não busca aplausos, prestígio ou reconhecimento. Seu maior compromisso é a reforma íntima.
Jesus nunca condenou a cultura, o estudo ou o conhecimento. Pelo contrário, valorizava a instrução. O que Ele condenava era o orgulho que pode acompanhar o saber.
Quanto mais aprendemos, maior deve ser nossa humildade. Quanto mais conhecemos o Evangelho, maior deve ser nossa responsabilidade diante dele. Porque, diante de Deus, não seremos avaliados apenas pelo que estudamos, mas principalmente pelo que conseguimos viver.
As pessoas podem esquecer muitas de nossas palavras, mas dificilmente esquecerão um gesto de bondade, uma atitude de humildade, um exemplo de perdão ou um testemunho sincero de amor.
O Evangelho não foi dado para aumentar nosso prestígio espiritual, mas para transformar nosso coração.
Quanto mais estudamos, maior se torna nossa responsabilidade. Quanto mais conhecemos a Doutrina, mais somos convidados à simplicidade. Quanto mais falamos de Jesus, mais precisamos nos esforçar para agir como discípulos.
Assim, a advertência do Capítulo XXI deixa de ser um alerta apenas contra os "falsos profetas" e torna-se um convite para cada um de nós:
Que nossas palavras jamais caminhem à frente de nossas atitudes.
Que nossa vida seja a primeira mensagem que anunciamos.
E que os frutos do amor, da humildade e da caridade falem mais alto do que qualquer discurso, porque são esses frutos que revelam, diante de Deus, a autenticidade de nossa fé.
Pensemos nisso!
PRECE E VIBRAÇÕES –
"Coloca o teu recipiente de água cristalina à frente de tuas orações e espera e confia." [Emmanuel / Chico Xavier]
Senhor Jesus, ao finalizarmos nossos estudos, agradecemos a luz com que, mais uma vez, alcançou nossos corações.
Gratidão, Senhor, por nos recordar que o verdadeiro valor do conhecimento está na transformação que ele produz em nossa vida.
Que jamais nos acomodemos na teoria, esquecendo-nos da prática do bem, do exercício do amor.
Que possamos, Senhor, falar menos de amor e amar mais.
Julgar menos e compreender mais.
Ensinar menos pelo discurso e mais pelo exemplo.
Se algum dia o orgulho visitar nosso coração, lembra-nos da Tua humildade.
Se buscarmos aplausos, faze-nos recordar que o verdadeiro servidor trabalha em silêncio.
Se o conhecimento nos tornar vaidosos, ensina-nos que a maior sabedoria é reconhecer o quanto ainda precisamos aprender.
Assim, neste momento, elevamos nossas vibrações de amor.
Vibramos por todos aqueles que dedicam suas vidas ao ensino, à educação, à divulgação do Evangelho e ao esclarecimento espiritual, para que sejam sempre inspirados pela humildade e pelo amor.
Vibramos pelos trabalhadores das Casas Espíritas, pelos voluntários, pelos evangelizadores, pelos médiuns, pelos palestrantes e por todos aqueles que servem na seara do Cristo, para que jamais percam a simplicidade e a alegria de servir.
Vibramos pelos enfermos, pelos aflitos, pelos que enfrentam provas difíceis, pelos que perderam a esperança e pelos que caminham em solidão.
Vibramos pelos nossos familiares, pelos amigos, pelos irmãos desencarnados necessitados de paz e por toda a humanidade, para que o amor de Cristo encontre espaço em cada coração.
Que todos sintam o amparo da Espiritualidade Superior.
Pedimos, Senhor, que abençoes esta água colocada diante de nós. Que os benfeitores espirituais, sob Tua permissão, depositem nela os recursos fluídicos necessários ao equilíbrio do nosso corpo, da nossa mente e do nosso espírito. Que essa água seja veículo de paz, fortalecimento, saúde, serenidade e renovação. Que, ao tomarmos dela, que possamos sentir Teu cuidado amoroso envolvendo-nos e fortalecendo-nos para viver, com mais fidelidade, os ensinamentos do Evangelho.
E assim, agradecidos e envolvidos pela Tua Paz, ainda rogamos: permanece conosco, Mestre amado, e faça de nossa vida um livro aberto, no qual cada pensamento, cada palavra e cada atitude possa revelar, ainda que imperfeitamente, o Teu amor.
Que assim seja.
Paz e Bem!
“Guardai-vos dos escribas que gostam de andar com vestes compridas.” — Jesus. (MARCOS, 12:38)
PRECE
Mestre querido, mais uma vez nos reunimos em Teu nome, com alegria e gratidão, para estudar Teu Evangelho de Luz, refletir sobre os ensinamentos que iluminam nossa caminhada.
Obrigado por mais esta oportunidade de crescimento espiritual, por Teu amparo constante e pela presença dos benfeitores espirituais que nos envolvem com carinho e dedicação.
Rogamos, Mestre Jesus, que auxilie nosso entendimento para que possamos vivenciar Teus ensinamentos em nosso dia-a-dia em toda a sua profundidade.
Livra-nos, Senhor, da vaidade espiritual, do orgulho intelectual e da ilusão das aparências.
Ensina-nos que o verdadeiro discípulo não é aquele que sabe mais, mas aquele que ama mais.
Que nossas palavras sejam reflexo de um coração sincero.
Que nossos estudos produzam transformação.
Que nossas tarefas sejam realizadas com humildade, sem desejo de reconhecimento, mas apenas pela alegria de servir.
Abençoa-nos Senhor e permaneça conosco, inspirando nossas reflexões e fortalecendo nosso desejo de seguir Teus passos.
Que assim seja.
LEITURA DO EVANGELHO
Livro – Caminho, verdade e vida - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco Cândido Xavier – ESCRITORES - Capítulo 28.
“Guardai-vos dos escribas que gostam de andar com vestes compridas.” — Jesus. (MARCOS, 12:38)
As letras do mundo sempre estiveram cheias de “escribas que gostam de andar com vestes compridas”.
Jesus referia-se não só aos intelectuais ambiciosos, mas também aos escritores excêntricos que, a pretexto de novidade, envenenam os espíritos com as suas concepções doentias, oriundas da excessiva preocupação de originalidade.
É preciso fugir aos que matam a vida simples.
O tóxico intelectual costuma arruinar numerosas existências.
Há livros cuja função útil é a de manter aceso o archote da vigilância nas almas de caráter solidificado nos ideais mais nobres da vida. Ainda agora, quando atravessamos tempos perturbados e difíceis para o homem, o mercado de ideias apresenta-se repleto de artigos deteriorados, pedindo a intervenção dos postos de “higiene espiritual”.
Podereis alimentar o corpo com substâncias apodrecidas?
Vossa alma, igualmente, não poderá nutrir-se de ideais inferiores, na base da irreligião, do desrespeito, da desordem, da indisciplina.
Observai os modelos de decadência intelectual e refleti com sinceridade na paz que desejais intimamente, isso constituirá um auxílio forte, em favor da extinção dos desvios da inteligência.
REFLEXÕES – Na época do Cristo, os escribas eram homens instruídos, conhecedores da Lei de Moisés, respeitados pelo povo e reconhecidos por sua autoridade religiosa.
Os escribas buscavam a aparência da virtude, o reconhecimento público e as honras humanas, enquanto muitas vezes seus corações permaneciam distantes da vivência sincera da Lei de Deus.
Entretanto, na passagem citada por Marcos, 12:38, Jesus não adverte sobre o conhecimento que os escribas possuíam, mas sobre o uso que faziam dele, priorizando as aparências, o status e o reconhecimento público em vez da humildade e da verdadeira fé.
O Mestre, então, advertia seus seguidores sobre três comportamentos específicos dos escribas: a vaidade, o egocentrismo e a ganância.
Essa advertência ultrapassa o tempo e chega até nós, como um convite para que cultivemos uma espiritualidade autêntica, sem qualquer estratégia de superioridade.
Hoje talvez não usemos vestes longas nem ocupemos o lugar dos antigos escribas, mas todos corremos o risco de valorizar mais a aparência do que a transformação interior.
Podemos conhecer profundamente o Evangelho, citar capítulos, versículos e obras doutrinárias, participar de estudos, palestras e atividades religiosas, e ainda assim esquecer que o verdadeiro objetivo do conhecimento é transformar a própria vida.
Emmanuel nos recorda que a palavra escrita ou falada possui enorme responsabilidade.
Quem ensina, escreve, orienta ou divulga a mensagem do Cristo precisa, antes de tudo, esforçar-se para vivê-la.
No Capítulo XXI — "Haverá falsos cristos e falsos profetas", de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec explica que o falso profeta não é apenas aquele que engana deliberadamente. Em sentido mais amplo, também pode ser aquele que fala do bem, ensina elevados princípios e conhece a verdade, mas ainda não se esforça para vivê-la.
Jesus nos oferece um critério seguro para discernir a autenticidade de um trabalhador do bem: "A árvore é conhecida pelos seus frutos."
Os frutos de um verdadeiro discípulo não são medidos pela beleza de suas palavras, nem pela quantidade de conhecimento que possui ou pelo destaque que alcança, mas pela humildade, caridade, coerência, pela capacidade de servir e pelo esforço sincero de vencer as próprias imperfeições.
Essa é uma reflexão que não deve nos levar a julgar os outros, mas a olhar para nós mesmos. Afinal, todos somos aprendizes. Todos ainda temos muito a corrigir em nossa caminhada. O perigo não está em sermos imperfeitos, mas em nos contentarmos com a aparência da virtude, sem buscar a transformação íntima.
Quanto mais estudamos o Evangelho, maior é nossa responsabilidade. Quanto mais conhecemos os ensinamentos de Jesus, mais somos convidados a vivê-los com simplicidade e autenticidade. O conhecimento ilumina a inteligência, mas somente a vivência ilumina o coração.
Kardec nos afirma, no item 4, do Capítulo XVII de O Evangelho Segundo o Espiritismo, que “Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que faz para dominar suas más inclinações.”
O verdadeiro discípulo de Jesus não busca aplausos, prestígio ou reconhecimento. Seu maior compromisso é a reforma íntima.
Jesus nunca condenou a cultura, o estudo ou o conhecimento. Pelo contrário, valorizava a instrução. O que Ele condenava era o orgulho que pode acompanhar o saber.
Quanto mais aprendemos, maior deve ser nossa humildade. Quanto mais conhecemos o Evangelho, maior deve ser nossa responsabilidade diante dele. Porque, diante de Deus, não seremos avaliados apenas pelo que estudamos, mas principalmente pelo que conseguimos viver.
As pessoas podem esquecer muitas de nossas palavras, mas dificilmente esquecerão um gesto de bondade, uma atitude de humildade, um exemplo de perdão ou um testemunho sincero de amor.
O Evangelho não foi dado para aumentar nosso prestígio espiritual, mas para transformar nosso coração.
Quanto mais estudamos, maior se torna nossa responsabilidade. Quanto mais conhecemos a Doutrina, mais somos convidados à simplicidade. Quanto mais falamos de Jesus, mais precisamos nos esforçar para agir como discípulos.
Assim, a advertência do Capítulo XXI deixa de ser um alerta apenas contra os "falsos profetas" e torna-se um convite para cada um de nós:
Que nossas palavras jamais caminhem à frente de nossas atitudes.
Que nossa vida seja a primeira mensagem que anunciamos.
E que os frutos do amor, da humildade e da caridade falem mais alto do que qualquer discurso, porque são esses frutos que revelam, diante de Deus, a autenticidade de nossa fé.
Pensemos nisso!
PRECE E VIBRAÇÕES –
"Coloca o teu recipiente de água cristalina à frente de tuas orações e espera e confia." [Emmanuel / Chico Xavier]
Senhor Jesus, ao finalizarmos nossos estudos, agradecemos a luz com que, mais uma vez, alcançou nossos corações.
Gratidão, Senhor, por nos recordar que o verdadeiro valor do conhecimento está na transformação que ele produz em nossa vida.
Que jamais nos acomodemos na teoria, esquecendo-nos da prática do bem, do exercício do amor.
Que possamos, Senhor, falar menos de amor e amar mais.
Julgar menos e compreender mais.
Ensinar menos pelo discurso e mais pelo exemplo.
Se algum dia o orgulho visitar nosso coração, lembra-nos da Tua humildade.
Se buscarmos aplausos, faze-nos recordar que o verdadeiro servidor trabalha em silêncio.
Se o conhecimento nos tornar vaidosos, ensina-nos que a maior sabedoria é reconhecer o quanto ainda precisamos aprender.
Assim, neste momento, elevamos nossas vibrações de amor.
Vibramos por todos aqueles que dedicam suas vidas ao ensino, à educação, à divulgação do Evangelho e ao esclarecimento espiritual, para que sejam sempre inspirados pela humildade e pelo amor.
Vibramos pelos trabalhadores das Casas Espíritas, pelos voluntários, pelos evangelizadores, pelos médiuns, pelos palestrantes e por todos aqueles que servem na seara do Cristo, para que jamais percam a simplicidade e a alegria de servir.
Vibramos pelos enfermos, pelos aflitos, pelos que enfrentam provas difíceis, pelos que perderam a esperança e pelos que caminham em solidão.
Vibramos pelos nossos familiares, pelos amigos, pelos irmãos desencarnados necessitados de paz e por toda a humanidade, para que o amor de Cristo encontre espaço em cada coração.
Que todos sintam o amparo da Espiritualidade Superior.
Pedimos, Senhor, que abençoes esta água colocada diante de nós. Que os benfeitores espirituais, sob Tua permissão, depositem nela os recursos fluídicos necessários ao equilíbrio do nosso corpo, da nossa mente e do nosso espírito. Que essa água seja veículo de paz, fortalecimento, saúde, serenidade e renovação. Que, ao tomarmos dela, que possamos sentir Teu cuidado amoroso envolvendo-nos e fortalecendo-nos para viver, com mais fidelidade, os ensinamentos do Evangelho.
E assim, agradecidos e envolvidos pela Tua Paz, ainda rogamos: permanece conosco, Mestre amado, e faça de nossa vida um livro aberto, no qual cada pensamento, cada palavra e cada atitude possa revelar, ainda que imperfeitamente, o Teu amor.
Que assim seja.
Paz e Bem!