Estudo:
HORA DO EVANGELHO NO LAR - Livro – Caminho, verdade e vida - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco C Xavier – O MUNDO E O MAL - Capítulo 30
HORA DO EVANGELHO NO LAR
“Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.” — Jesus. (JOÃO, 17:15.)
PRECE
Senhor Jesus,
Com o coração humilde e agradecido, reunimo-nos em Teu nome para mais um momento de estudo e reflexão.
Agradecemos, Mestre querido, pela oportunidade de aprender com os Teus ensinamentos e pela presença amorosa da Espiritualidade Superior, que nos ampara e orienta em nossa caminhada.
Abençoa, Senhor, este momento de estudo.
Acalma nossos pensamentos, asserena nossos sentimentos e torna-nos receptivos às inspirações do bem.
Que os benfeitores espirituais nos envolvam com suas vibrações de amor e paz.
Permanece conosco, Senhor Jesus, e conduz nossos passos pelos caminhos do bem, hoje e sempre.
Que assim seja.
LEITURA DO EVANGELHO
Livro – Caminho, verdade e vida - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco Cândido Xavier – O MUNDO E O MAL - Capítulo 30.
“Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.” —
Jesus. (JOÃO, 17:15.)
Nos centros religiosos, há sempre grande número de pessoas preocupadas com a ideia da morte. Muitos companheiros não crêem na paz, nem no amor, senão em planos diferentes da Terra. A maioria aguarda situações imaginárias e injustificáveis para quem nunca levou em linha de conta o esforço próprio.
O anseio de morrer para ser feliz é enfermidade do espírito.
Orando ao Pai pelos discípulos, Jesus rogou para que não fossem retirados do mundo, e, sim, libertos do mal.
O mal, portanto, não é essencialmente do mundo, mas das criaturas que o habitam.
A Terra, em si, sempre foi boa. De sua lama brotam lírios de delicado aroma, sua natureza maternal é repositório de maravilhosos milagres que se repetem todos os dias.
De nada vale partirmos do planeta, quando nossos males não foram exterminados convenientemente. Em tais circunstâncias, assemelhamo-nos aos portadores humanos das chamadas moléstias incuráveis. Podemos trocar de residência; todavia, a mudança é quase nada se as feridas nos acompanham. Faz-se preciso, pois, embelezar o mundo e aprimorá-lo, combatendo o mal que está em nós.
REFLEXÕES – Na lição de hoje, Emmanuel nos conduz a uma reflexão profunda sobre a nossa experiência na Terra. No versículo acima, Jesus não pediu ao Pai que retirasse seus discípulos do mundo, mas que os livrasse do mal. Essa prece revela que o mundo não é um lugar do qual devemos fugir, mas uma escola na qual somos chamados a aprender, servir e transformar a nós mesmos.
Assim, muitas vezes, diante das dificuldades da vida, desejamos fugir de tudo. Imaginamos que encontraríamos paz se pudéssemos mudar de lugar, afastar determinadas pessoas ou eliminar todas as circunstâncias que nos incomodam.
Porém, o problema, muitas vezes, não está apenas no mundo exterior, mas naquilo que permitimos que o mundo desperte dentro de nós.
Não podemos impedir que alguém seja injusto, mas podemos trabalhar para não nos tornarmos injustos também.
Não podemos impedir que alguém nos ofenda, mas podemos escolher não responder com ódio.
Não podemos controlar todas as circunstâncias, mas podemos trabalhar para que elas não destruam nossa paz interior.
Não podemos eliminar todas as dificuldades, mas podemos aprender a atravessá-las sem perder a fé.
No Capítulo XII — “Amai os vossos inimigos”, do ESE, vamos compreender que o mal não é vencido pela reprodução do próprio mal. Jesus, nosso Mestre, nos convida a romper o ciclo da mágoa, da vingança e do ressentimento, substituindo-os pela compreensão e pelo perdão.
Amar os inimigos não significa aprovar o erro, permitir abusos ou deixar de estabelecer limites. Significa não permitir que a maldade de alguém transforme nosso coração em um lugar de ódio.
Podemos afastar-nos de quem nos faz mal sem desejar-lhe o mal. Podemos proteger-nos sem cultivar vingança. Podemos discordar sem odiar. Podemos reconhecer a injustiça sem permitir que ela nos torne injustos.
Nós, de acordo com o Capítulo XVII — “Sede perfeitos”, ESE, somos constantemente convidados a reconhecer que o verdadeiro progresso está na transformação moral. Que não é possível evoluir isolando-nos completamente das experiências humanas. É justamente na convivência que nossas virtudes são testadas.
É fácil ser paciente quando tudo acontece como desejamos. É fácil ser generoso quando não enfrentamos necessidades. É fácil falar sobre perdão quando ninguém nos feriu. É fácil afirmar que somos tranquilos quando não somos contrariados.
Mas é no contato com as dificuldades que vamos descobrindo o que realmente precisamos transformar em nós.
A Terra ainda é um mundo de provas e expiações. Por isso, encontramos o bem e o mal, a bondade e o egoísmo, a compreensão e a intolerância.
Mas a presença do mal ao nosso redor não significa que devamos aceitá-lo, acolhê-lo dentro de nós. O mal pode bater à nossa porta, mas não precisa encontrar morada em nosso coração.
Quando Jesus pede ao Pai que nos livre do mal, também podemos compreender que essa libertação acontece por meio do nosso próprio esforço de renovação. Deus nos ampara, os benfeitores espirituais nos inspiram e o Evangelho nos orienta. Mas cabe a nós vigiar os pensamentos, educar os sentimentos e escolher, diariamente, o caminho do bem, buscando nossa evolução moral.
O mundo ainda apresenta o mal, as dificuldades e as imperfeições próprias de uma escola em processo de evolução. Entretanto, cada criatura que se esforça para viver o Evangelho contribui para a transformação dessa realidade.
Jesus não pediu que fôssemos retirados do mundo. Pediu que fôssemos livres do mal.
E essa libertação começa dentro de nós, cada vez que recusamos o ódio, vencemos o egoísmo, perdoamos uma ofensa, controlamos uma palavra impensada e escolhemos o bem, mesmo quando o mal parece mais fácil.
O discípulo de Jesus não é aquele que abandona o mundo, mas aquele que, vivendo nele, não permite que o mundo o afaste de Deus.
Que possamos, portanto, permanecer onde a vida nos colocou, cumprindo nossos deveres, convivendo com as diferenças e enfrentando as lutas, mas conservando a luz do Evangelho em nossos corações.
Pensemos nisso!
PRECE E VIBRAÇÕES –
"Coloca o teu recipiente de água cristalina à frente de tuas orações e espera e confia." [Emmanuel / Chico Xavier]
Ao encerrarmos este momento de estudo, elevamos nossos pensamentos a Ti, Mestre Jesus, com profunda gratidão.
Obrigado, Mestre amado, por nos ensinar que não precisamos fugir do mundo para encontrar a paz, mas precisamos aprender a não permitir que o mal domine nosso coração.
Ajuda-nos a viver entre as dificuldades sem perder a esperança.
A conviver com pessoas diferentes sem perder o respeito.
A enfrentar as ofensas sem alimentar o ódio.
A reconhecer o mal sem reproduzi-lo.
A proteger-nos sem desejar vingança.
E a perdoar sem permitir que a injustiça se transforme em novas injustiças.
Senhor, quando formos feridos, ajuda-nos a não ferir.
Quando formos incompreendidos, ajuda-nos a compreender.
Quando formos rejeitados, ajuda-nos a não rejeitar.
Quando enfrentarmos a maldade, fortalece em nós o desejo de continuar escolhendo o bem.
Neste momento, elevamos nossas vibrações de amor e fraternidade.
Vibramos por nossos familiares, para que seus lares sejam envolvidos pela paz, pelo diálogo, pela compreensão e pelo amor.
Vibramos pelos enfermos do corpo e da alma, para que recebam forças, alívio, esperança e os recursos necessários à sua recuperação.
Vibramos pelos que enfrentam conflitos, perseguições, injustiças, violência e situações difíceis, para que encontrem proteção, auxílio e caminhos de libertação.
Vibramos por aqueles que nos causaram sofrimento.
Pedimos, Senhor, que os envolvas com Tua luz e que os ajudes em suas dificuldades, limitações e dores.
Que eles também encontrem esclarecimento, paz e oportunidade de transformação.
E ajuda-nos a nós, para que não carreguemos mágoas, ódio ou desejos de vingança em nosso coração.
Vibramos por aqueles que ainda praticam o mal, para que um dia encontrem a luz da consciência e descubram a alegria de fazer o bem.
Vibramos pelos irmãos desencarnados que sofrem, que se encontram em desequilíbrio, presos ao ódio, à revolta, à culpa ou à perturbação. Que sejam acolhidos e envolvidos pelo amor dos benfeitores espirituais e conduzidos aos caminhos do esclarecimento e da paz.
Vibramos pelos trabalhadores do bem, pelos que cuidam, orientam, consolam e servem, para que jamais lhes faltem força, coragem e proteção espiritual.
Vibramos por toda a humanidade, para que a violência seja substituída pela paz, o ódio pelo perdão, o egoísmo pela fraternidade e a indiferença pela solidariedade.
Senhor Jesus, pedimos que nos ajudes a permanecer no mundo sem pertencer ao mal.
Que possamos ser pequenas sementes de paz onde houver conflito.
Luz onde houver escuridão. Esperança onde houver desânimo. Amor onde houver sofrimento.
Que nossa presença, por onde passarmos, possa deixar algo de bom.
E que, mesmo imperfeitos, jamais desistamos de trabalhar pela nossa própria transformação.
Abençoa, Senhor, nossos lares, nossas famílias e todos aqueles que fazem parte de nossa caminhada.
Que a Tua paz permaneça conosco e que possamos retornar às nossas atividades mais serenos, fortalecidos e conscientes de que o bem sempre será a melhor resposta diante das dificuldades da vida.
Que assim seja.
Paz e Bem!
“Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.” — Jesus. (JOÃO, 17:15.)
PRECE
Senhor Jesus,
Com o coração humilde e agradecido, reunimo-nos em Teu nome para mais um momento de estudo e reflexão.
Agradecemos, Mestre querido, pela oportunidade de aprender com os Teus ensinamentos e pela presença amorosa da Espiritualidade Superior, que nos ampara e orienta em nossa caminhada.
Abençoa, Senhor, este momento de estudo.
Acalma nossos pensamentos, asserena nossos sentimentos e torna-nos receptivos às inspirações do bem.
Que os benfeitores espirituais nos envolvam com suas vibrações de amor e paz.
Permanece conosco, Senhor Jesus, e conduz nossos passos pelos caminhos do bem, hoje e sempre.
Que assim seja.
LEITURA DO EVANGELHO
Livro – Caminho, verdade e vida - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco Cândido Xavier – O MUNDO E O MAL - Capítulo 30.
“Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.” —
Jesus. (JOÃO, 17:15.)
Nos centros religiosos, há sempre grande número de pessoas preocupadas com a ideia da morte. Muitos companheiros não crêem na paz, nem no amor, senão em planos diferentes da Terra. A maioria aguarda situações imaginárias e injustificáveis para quem nunca levou em linha de conta o esforço próprio.
O anseio de morrer para ser feliz é enfermidade do espírito.
Orando ao Pai pelos discípulos, Jesus rogou para que não fossem retirados do mundo, e, sim, libertos do mal.
O mal, portanto, não é essencialmente do mundo, mas das criaturas que o habitam.
A Terra, em si, sempre foi boa. De sua lama brotam lírios de delicado aroma, sua natureza maternal é repositório de maravilhosos milagres que se repetem todos os dias.
De nada vale partirmos do planeta, quando nossos males não foram exterminados convenientemente. Em tais circunstâncias, assemelhamo-nos aos portadores humanos das chamadas moléstias incuráveis. Podemos trocar de residência; todavia, a mudança é quase nada se as feridas nos acompanham. Faz-se preciso, pois, embelezar o mundo e aprimorá-lo, combatendo o mal que está em nós.
REFLEXÕES – Na lição de hoje, Emmanuel nos conduz a uma reflexão profunda sobre a nossa experiência na Terra. No versículo acima, Jesus não pediu ao Pai que retirasse seus discípulos do mundo, mas que os livrasse do mal. Essa prece revela que o mundo não é um lugar do qual devemos fugir, mas uma escola na qual somos chamados a aprender, servir e transformar a nós mesmos.
Assim, muitas vezes, diante das dificuldades da vida, desejamos fugir de tudo. Imaginamos que encontraríamos paz se pudéssemos mudar de lugar, afastar determinadas pessoas ou eliminar todas as circunstâncias que nos incomodam.
Porém, o problema, muitas vezes, não está apenas no mundo exterior, mas naquilo que permitimos que o mundo desperte dentro de nós.
Não podemos impedir que alguém seja injusto, mas podemos trabalhar para não nos tornarmos injustos também.
Não podemos impedir que alguém nos ofenda, mas podemos escolher não responder com ódio.
Não podemos controlar todas as circunstâncias, mas podemos trabalhar para que elas não destruam nossa paz interior.
Não podemos eliminar todas as dificuldades, mas podemos aprender a atravessá-las sem perder a fé.
No Capítulo XII — “Amai os vossos inimigos”, do ESE, vamos compreender que o mal não é vencido pela reprodução do próprio mal. Jesus, nosso Mestre, nos convida a romper o ciclo da mágoa, da vingança e do ressentimento, substituindo-os pela compreensão e pelo perdão.
Amar os inimigos não significa aprovar o erro, permitir abusos ou deixar de estabelecer limites. Significa não permitir que a maldade de alguém transforme nosso coração em um lugar de ódio.
Podemos afastar-nos de quem nos faz mal sem desejar-lhe o mal. Podemos proteger-nos sem cultivar vingança. Podemos discordar sem odiar. Podemos reconhecer a injustiça sem permitir que ela nos torne injustos.
Nós, de acordo com o Capítulo XVII — “Sede perfeitos”, ESE, somos constantemente convidados a reconhecer que o verdadeiro progresso está na transformação moral. Que não é possível evoluir isolando-nos completamente das experiências humanas. É justamente na convivência que nossas virtudes são testadas.
É fácil ser paciente quando tudo acontece como desejamos. É fácil ser generoso quando não enfrentamos necessidades. É fácil falar sobre perdão quando ninguém nos feriu. É fácil afirmar que somos tranquilos quando não somos contrariados.
Mas é no contato com as dificuldades que vamos descobrindo o que realmente precisamos transformar em nós.
A Terra ainda é um mundo de provas e expiações. Por isso, encontramos o bem e o mal, a bondade e o egoísmo, a compreensão e a intolerância.
Mas a presença do mal ao nosso redor não significa que devamos aceitá-lo, acolhê-lo dentro de nós. O mal pode bater à nossa porta, mas não precisa encontrar morada em nosso coração.
Quando Jesus pede ao Pai que nos livre do mal, também podemos compreender que essa libertação acontece por meio do nosso próprio esforço de renovação. Deus nos ampara, os benfeitores espirituais nos inspiram e o Evangelho nos orienta. Mas cabe a nós vigiar os pensamentos, educar os sentimentos e escolher, diariamente, o caminho do bem, buscando nossa evolução moral.
O mundo ainda apresenta o mal, as dificuldades e as imperfeições próprias de uma escola em processo de evolução. Entretanto, cada criatura que se esforça para viver o Evangelho contribui para a transformação dessa realidade.
Jesus não pediu que fôssemos retirados do mundo. Pediu que fôssemos livres do mal.
E essa libertação começa dentro de nós, cada vez que recusamos o ódio, vencemos o egoísmo, perdoamos uma ofensa, controlamos uma palavra impensada e escolhemos o bem, mesmo quando o mal parece mais fácil.
O discípulo de Jesus não é aquele que abandona o mundo, mas aquele que, vivendo nele, não permite que o mundo o afaste de Deus.
Que possamos, portanto, permanecer onde a vida nos colocou, cumprindo nossos deveres, convivendo com as diferenças e enfrentando as lutas, mas conservando a luz do Evangelho em nossos corações.
Pensemos nisso!
PRECE E VIBRAÇÕES –
"Coloca o teu recipiente de água cristalina à frente de tuas orações e espera e confia." [Emmanuel / Chico Xavier]
Ao encerrarmos este momento de estudo, elevamos nossos pensamentos a Ti, Mestre Jesus, com profunda gratidão.
Obrigado, Mestre amado, por nos ensinar que não precisamos fugir do mundo para encontrar a paz, mas precisamos aprender a não permitir que o mal domine nosso coração.
Ajuda-nos a viver entre as dificuldades sem perder a esperança.
A conviver com pessoas diferentes sem perder o respeito.
A enfrentar as ofensas sem alimentar o ódio.
A reconhecer o mal sem reproduzi-lo.
A proteger-nos sem desejar vingança.
E a perdoar sem permitir que a injustiça se transforme em novas injustiças.
Senhor, quando formos feridos, ajuda-nos a não ferir.
Quando formos incompreendidos, ajuda-nos a compreender.
Quando formos rejeitados, ajuda-nos a não rejeitar.
Quando enfrentarmos a maldade, fortalece em nós o desejo de continuar escolhendo o bem.
Neste momento, elevamos nossas vibrações de amor e fraternidade.
Vibramos por nossos familiares, para que seus lares sejam envolvidos pela paz, pelo diálogo, pela compreensão e pelo amor.
Vibramos pelos enfermos do corpo e da alma, para que recebam forças, alívio, esperança e os recursos necessários à sua recuperação.
Vibramos pelos que enfrentam conflitos, perseguições, injustiças, violência e situações difíceis, para que encontrem proteção, auxílio e caminhos de libertação.
Vibramos por aqueles que nos causaram sofrimento.
Pedimos, Senhor, que os envolvas com Tua luz e que os ajudes em suas dificuldades, limitações e dores.
Que eles também encontrem esclarecimento, paz e oportunidade de transformação.
E ajuda-nos a nós, para que não carreguemos mágoas, ódio ou desejos de vingança em nosso coração.
Vibramos por aqueles que ainda praticam o mal, para que um dia encontrem a luz da consciência e descubram a alegria de fazer o bem.
Vibramos pelos irmãos desencarnados que sofrem, que se encontram em desequilíbrio, presos ao ódio, à revolta, à culpa ou à perturbação. Que sejam acolhidos e envolvidos pelo amor dos benfeitores espirituais e conduzidos aos caminhos do esclarecimento e da paz.
Vibramos pelos trabalhadores do bem, pelos que cuidam, orientam, consolam e servem, para que jamais lhes faltem força, coragem e proteção espiritual.
Vibramos por toda a humanidade, para que a violência seja substituída pela paz, o ódio pelo perdão, o egoísmo pela fraternidade e a indiferença pela solidariedade.
Senhor Jesus, pedimos que nos ajudes a permanecer no mundo sem pertencer ao mal.
Que possamos ser pequenas sementes de paz onde houver conflito.
Luz onde houver escuridão. Esperança onde houver desânimo. Amor onde houver sofrimento.
Que nossa presença, por onde passarmos, possa deixar algo de bom.
E que, mesmo imperfeitos, jamais desistamos de trabalhar pela nossa própria transformação.
Abençoa, Senhor, nossos lares, nossas famílias e todos aqueles que fazem parte de nossa caminhada.
Que a Tua paz permaneça conosco e que possamos retornar às nossas atividades mais serenos, fortalecidos e conscientes de que o bem sempre será a melhor resposta diante das dificuldades da vida.
Que assim seja.
Paz e Bem!