Estudo:
HORA DO EVANGELHO NO LAR - Livro – Caminho, verdade e vida - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco C Xavier – PREGAÇOES- Capítulo 38
HORA DO EVANGELHO NO LAR
“E ele lhes disse: Vamos às aldeias vizinhas para que eu ali também pregue; porque para isso vim.” — (Marcos, 1:38)
PRECE
Senhor Jesus, agradecemos por mais esta oportunidade de nos reunirmos em Teu nome e de buscarmos, em Teus ensinamentos, orientação para nossa caminhada.
Aquieta nossos pensamentos e abre nossos corações para que possamos compreender a Tua mensagem não apenas com a razão, mas também com nosso sentimento.
Que os benfeitores espirituais nos envolvam em paz e serenidade, auxiliando-nos a receber aquilo de que necessitamos para nosso crescimento.
E que este momento de estudo nos ensine, acima de tudo, a levar o Evangelho para a vida, fazendo do amor, da caridade e do exemplo a nossa maneira de anunciar a Tua presença.
Permanece conosco, Jesus.
Que assim seja.
LEITURA DO EVANGELHO
Livro – Caminho, verdade e vida - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco Cândido Xavier – PREGAÇÕES - Capítulo 38.
“E ele lhes disse: Vamos às aldeias vizinhas para que eu ali também pregue; porque para isso vim.” — (Marcos, 1:38)
Neste versículo de Marcos, Jesus declara ter vindo ao mundo para a pregação. Todavia, como a significação do conceito tem sido erroneamente interpretada, é razoável recordar que, com semelhante assertiva, o Mestre incluía no ato de pregar todos os gestos sacrificiais de sua vida.
Geralmente, vemos na Terra a missão de ensinar muito desmoralizada.
A ciência oficial dispõe de cátedras, a política possui tribunas, a religião fala de púlpitos. Contudo, os que ensinam, com exceções louváveis, quase sempre se caracterizam por dois modos diferentes de agir. Exibem certas atitudes quando pregam, e adotam outras quando em atividade diária. Daí resulta a perturbação geral, porque os ouvintes se sentem à vontade para mudar a “roupa do caráter”.
Toda dissertação moldada no bem é útil. Jesus veio ao mundo para isso, pregou a verdade em todos os lugares, fez discursos de renovação, comentou a necessidade do amor para a solução de nossos problemas. No entanto, misturou palavras e testemunhos vivos, desde a primeira manifestação de seu apostolado sublime até a cruz. Por pregação, portanto, o Mestre entendia igualmente os sacrifícios da vida. Enviando-nos divino ensinamento, nesse sentido, conta-nos o Evangelho que o Mestre vestia uma túnica sem costura na hora suprema do Calvário.
REFLEXÕES – Marcos nos apresenta Jesus em movimento. Depois de ensinar, acolher e aliviar sofrimentos, Ele poderia permanecer onde já era conhecido e procurado. Entretanto, chama os discípulos e diz: “Vamos às aldeias vizinhas...”. Havia outros corações esperando, outras dores necessitando de consolo e outras consciências que precisavam conhecer a Boa-Nova.
Essa atitude do Mestre nos ajuda a compreender que pregar o Evangelho não significa apenas falar sobre ele. Jesus pregava com as palavras, mas confirmava cada ensinamento por meio de Sua própria vida. Ele ensinava o amor amando; ensinava o perdão perdoando; falava de misericórdia acolhendo; ensinava a servir colocando-Se ao lado daqueles que sofriam.
No item 4, do Capítulo XX de O Evangelho Segundo o Espiritismo — “Os trabalhadores da última hora” – Instruções dos Espíritos – “II - Missão dos espíritas”, somos chamados a compreender que recebemos a luz do conhecimento não apenas para nosso benefício. Aquilo que aprendemos precisa produzir frutos e alcançar outros corações. Não necessariamente por grandes discursos, mas pela maneira como vivemos.
Também o Capítulo XXIV — “Não ponhais a candeia debaixo do alqueire” amplia essa reflexão. Se recebemos alguma luz do Evangelho, não devemos escondê-la. Entretanto, colocar a candeia no alto não significa impor nossa crença ou convencer alguém. Significa permitir que a luz recebida apareça naturalmente através de nossas atitudes.
Há pessoas que talvez nunca entrem em uma Casa Espírita, nunca leiam uma obra doutrinária e nunca escutem uma palestra. Mas poderão encontrar o Evangelho de Jesus através de uma palavra nossa de consolo, de uma atitude de paciência, de um auxílio silencioso ou simplesmente da maneira respeitosa como as tratamos.
E, vejamos, a mensagem que transmitimos ganha força quando encontra correspondência em nossa transformação moral. Podemos conhecer profundamente o Evangelho e falar belamente sobre Jesus, mas a pregação mais convincente continuará sendo aquela realizada através do exemplo.
Por isso, talvez Jesus nos dissesse também hoje: “Vamos às aldeias vizinhas...”, cada ambiente pode se transformar em nossa “aldeia vizinha”: o lar, o trabalho, a família, a convivência social e os encontros aparentemente mais simples do cotidiano.
Vamos além de nós mesmos. Vamos sair da acomodação, da indiferença e da preocupação exclusiva com nossas próprias necessidades. Há alguém perto de nós precisando de acolhimento, esperança, escuta ou simplesmente de um gesto de bondade. Uma pequena atitude inspirada no Evangelho pode ser uma verdadeira pregação silenciosa e fazer uma grande diferença.
Podemos falar muitas vezes sobre o Evangelho, mas a mais bela pregação será sempre aquela que nossa própria vida conseguir realizar.
Que possamos levar adiante aquilo que de Jesus recebemos, fazendo do amor vivido a mais verdadeira mensagem do Evangelho.
Pensemos nisso!
PRECE E VIBRAÇÕES –
"Coloca o teu recipiente de água cristalina à frente de tuas orações e espera e confia." [Emmanuel / Chico Xavier]
Mestre Amado, agradecemos pela oportunidade de refletirmos sobre Tua vida e Teus ensinamentos.
O Senhor percorreu caminhos, cidades e aldeias levando esperança, consolando os aflitos e mostrando que ninguém estava distante demais para receber a Boa-Nova. Ensina-nos também a perceber aqueles que encontramos em nosso caminho.
Que saibamos falar do Seu Evangelho sem imposição, sem orgulho e sem desejo de reconhecimento. Que nossas palavras sejam acompanhadas pelo exemplo e que nossa presença possa levar paz onde estivermos.
Neste momento, elevamos nossos pensamentos em vibrações de amor.
Vibramos por nossos familiares e amigos, por nossos lares e por todos aqueles que fazem parte de nossa caminhada. Que haja compreensão onde existem conflitos, aproximação onde existem distâncias e perdão onde ainda permanecem mágoas.
Vibramos pelos enfermos do corpo e da alma, pelos que enfrentam tratamentos, dores e limitações; pelos que vivem momentos de ansiedade, tristeza, solidão ou desânimo. Que encontrem amparo, coragem e esperança.
Vibramos pelos que perderam pessoas queridas, pelos que enfrentam dificuldades materiais, pelos que procuram trabalho, alimento ou abrigo e por todos aqueles cuja dor permanece silenciosa aos olhos do mundo.
Lembramo-nos dos irmãos desencarnados que necessitam de auxílio, esclarecimento e paz. Que sejam amparados pelos trabalhadores espirituais e conduzidos aos caminhos de renovação.
Vibramos por nossas Casas Espíritas e por todos os trabalhadores do bem. Que possamos compreender que divulgar o Evangelho é também acolher, ouvir, servir e exemplificar, realizando nossas tarefas com humildade e amor.
Vibramos agora por nosso Planeta, por todos os povos e lugares, especialmente por aqueles lugares onde existem guerras, violência, intolerância e sofrimento. Que o Evangelho do Cristo encontre caminhos para alcançar os corações e que cada um de nós possa colaborar para a construção da paz.
Senhor, colocamos diante de Ti as águas que serão fluidificadas. Sob a permissão de Deus e com o auxílio dos benfeitores espirituais, que elas possam receber os recursos necessários ao nosso equilíbrio, fortalecimento e renovação espiritual, de acordo com as necessidades de cada um.
Que não nos faltem coragem para servir, sensibilidade para perceber quem necessita de nós e amor para fazer do nosso próprio exemplo uma pequena página viva do Teu Evangelho.
Permanece conosco, Jesus, hoje e sempre.
Que assim seja.
Paz e Bem!
“E ele lhes disse: Vamos às aldeias vizinhas para que eu ali também pregue; porque para isso vim.” — (Marcos, 1:38)
PRECE
Senhor Jesus, agradecemos por mais esta oportunidade de nos reunirmos em Teu nome e de buscarmos, em Teus ensinamentos, orientação para nossa caminhada.
Aquieta nossos pensamentos e abre nossos corações para que possamos compreender a Tua mensagem não apenas com a razão, mas também com nosso sentimento.
Que os benfeitores espirituais nos envolvam em paz e serenidade, auxiliando-nos a receber aquilo de que necessitamos para nosso crescimento.
E que este momento de estudo nos ensine, acima de tudo, a levar o Evangelho para a vida, fazendo do amor, da caridade e do exemplo a nossa maneira de anunciar a Tua presença.
Permanece conosco, Jesus.
Que assim seja.
LEITURA DO EVANGELHO
Livro – Caminho, verdade e vida - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco Cândido Xavier – PREGAÇÕES - Capítulo 38.
“E ele lhes disse: Vamos às aldeias vizinhas para que eu ali também pregue; porque para isso vim.” — (Marcos, 1:38)
Neste versículo de Marcos, Jesus declara ter vindo ao mundo para a pregação. Todavia, como a significação do conceito tem sido erroneamente interpretada, é razoável recordar que, com semelhante assertiva, o Mestre incluía no ato de pregar todos os gestos sacrificiais de sua vida.
Geralmente, vemos na Terra a missão de ensinar muito desmoralizada.
A ciência oficial dispõe de cátedras, a política possui tribunas, a religião fala de púlpitos. Contudo, os que ensinam, com exceções louváveis, quase sempre se caracterizam por dois modos diferentes de agir. Exibem certas atitudes quando pregam, e adotam outras quando em atividade diária. Daí resulta a perturbação geral, porque os ouvintes se sentem à vontade para mudar a “roupa do caráter”.
Toda dissertação moldada no bem é útil. Jesus veio ao mundo para isso, pregou a verdade em todos os lugares, fez discursos de renovação, comentou a necessidade do amor para a solução de nossos problemas. No entanto, misturou palavras e testemunhos vivos, desde a primeira manifestação de seu apostolado sublime até a cruz. Por pregação, portanto, o Mestre entendia igualmente os sacrifícios da vida. Enviando-nos divino ensinamento, nesse sentido, conta-nos o Evangelho que o Mestre vestia uma túnica sem costura na hora suprema do Calvário.
REFLEXÕES – Marcos nos apresenta Jesus em movimento. Depois de ensinar, acolher e aliviar sofrimentos, Ele poderia permanecer onde já era conhecido e procurado. Entretanto, chama os discípulos e diz: “Vamos às aldeias vizinhas...”. Havia outros corações esperando, outras dores necessitando de consolo e outras consciências que precisavam conhecer a Boa-Nova.
Essa atitude do Mestre nos ajuda a compreender que pregar o Evangelho não significa apenas falar sobre ele. Jesus pregava com as palavras, mas confirmava cada ensinamento por meio de Sua própria vida. Ele ensinava o amor amando; ensinava o perdão perdoando; falava de misericórdia acolhendo; ensinava a servir colocando-Se ao lado daqueles que sofriam.
No item 4, do Capítulo XX de O Evangelho Segundo o Espiritismo — “Os trabalhadores da última hora” – Instruções dos Espíritos – “II - Missão dos espíritas”, somos chamados a compreender que recebemos a luz do conhecimento não apenas para nosso benefício. Aquilo que aprendemos precisa produzir frutos e alcançar outros corações. Não necessariamente por grandes discursos, mas pela maneira como vivemos.
Também o Capítulo XXIV — “Não ponhais a candeia debaixo do alqueire” amplia essa reflexão. Se recebemos alguma luz do Evangelho, não devemos escondê-la. Entretanto, colocar a candeia no alto não significa impor nossa crença ou convencer alguém. Significa permitir que a luz recebida apareça naturalmente através de nossas atitudes.
Há pessoas que talvez nunca entrem em uma Casa Espírita, nunca leiam uma obra doutrinária e nunca escutem uma palestra. Mas poderão encontrar o Evangelho de Jesus através de uma palavra nossa de consolo, de uma atitude de paciência, de um auxílio silencioso ou simplesmente da maneira respeitosa como as tratamos.
E, vejamos, a mensagem que transmitimos ganha força quando encontra correspondência em nossa transformação moral. Podemos conhecer profundamente o Evangelho e falar belamente sobre Jesus, mas a pregação mais convincente continuará sendo aquela realizada através do exemplo.
Por isso, talvez Jesus nos dissesse também hoje: “Vamos às aldeias vizinhas...”, cada ambiente pode se transformar em nossa “aldeia vizinha”: o lar, o trabalho, a família, a convivência social e os encontros aparentemente mais simples do cotidiano.
Vamos além de nós mesmos. Vamos sair da acomodação, da indiferença e da preocupação exclusiva com nossas próprias necessidades. Há alguém perto de nós precisando de acolhimento, esperança, escuta ou simplesmente de um gesto de bondade. Uma pequena atitude inspirada no Evangelho pode ser uma verdadeira pregação silenciosa e fazer uma grande diferença.
Podemos falar muitas vezes sobre o Evangelho, mas a mais bela pregação será sempre aquela que nossa própria vida conseguir realizar.
Que possamos levar adiante aquilo que de Jesus recebemos, fazendo do amor vivido a mais verdadeira mensagem do Evangelho.
Pensemos nisso!
PRECE E VIBRAÇÕES –
"Coloca o teu recipiente de água cristalina à frente de tuas orações e espera e confia." [Emmanuel / Chico Xavier]
Mestre Amado, agradecemos pela oportunidade de refletirmos sobre Tua vida e Teus ensinamentos.
O Senhor percorreu caminhos, cidades e aldeias levando esperança, consolando os aflitos e mostrando que ninguém estava distante demais para receber a Boa-Nova. Ensina-nos também a perceber aqueles que encontramos em nosso caminho.
Que saibamos falar do Seu Evangelho sem imposição, sem orgulho e sem desejo de reconhecimento. Que nossas palavras sejam acompanhadas pelo exemplo e que nossa presença possa levar paz onde estivermos.
Neste momento, elevamos nossos pensamentos em vibrações de amor.
Vibramos por nossos familiares e amigos, por nossos lares e por todos aqueles que fazem parte de nossa caminhada. Que haja compreensão onde existem conflitos, aproximação onde existem distâncias e perdão onde ainda permanecem mágoas.
Vibramos pelos enfermos do corpo e da alma, pelos que enfrentam tratamentos, dores e limitações; pelos que vivem momentos de ansiedade, tristeza, solidão ou desânimo. Que encontrem amparo, coragem e esperança.
Vibramos pelos que perderam pessoas queridas, pelos que enfrentam dificuldades materiais, pelos que procuram trabalho, alimento ou abrigo e por todos aqueles cuja dor permanece silenciosa aos olhos do mundo.
Lembramo-nos dos irmãos desencarnados que necessitam de auxílio, esclarecimento e paz. Que sejam amparados pelos trabalhadores espirituais e conduzidos aos caminhos de renovação.
Vibramos por nossas Casas Espíritas e por todos os trabalhadores do bem. Que possamos compreender que divulgar o Evangelho é também acolher, ouvir, servir e exemplificar, realizando nossas tarefas com humildade e amor.
Vibramos agora por nosso Planeta, por todos os povos e lugares, especialmente por aqueles lugares onde existem guerras, violência, intolerância e sofrimento. Que o Evangelho do Cristo encontre caminhos para alcançar os corações e que cada um de nós possa colaborar para a construção da paz.
Senhor, colocamos diante de Ti as águas que serão fluidificadas. Sob a permissão de Deus e com o auxílio dos benfeitores espirituais, que elas possam receber os recursos necessários ao nosso equilíbrio, fortalecimento e renovação espiritual, de acordo com as necessidades de cada um.
Que não nos faltem coragem para servir, sensibilidade para perceber quem necessita de nós e amor para fazer do nosso próprio exemplo uma pequena página viva do Teu Evangelho.
Permanece conosco, Jesus, hoje e sempre.
Que assim seja.
Paz e Bem!