Estudo:
HORA DO EVANGELHO NO LAR - Livro – Caminho, verdade e vida - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco Cândido Xavier – MEDIUNIDADE - Capítulo 10.
HORA DO EVANGELHO NO LAR
“Os médiuns modernos, — pois os apóstolos também tinham mediunidade, — receberam igualmente de Deus um dom gratuito, que é o de serem intérpretes dos Espíritos, para instruírem os homens, para lhes ensinarem o caminho do bem e levá-los à fé, e não para lhes venderem palavras que não lhes pertencem...” - ESE (Cap, XXVI, item 7)
PRECE
Senhor Jesus, Mestre amado, agradecemos a oportunidade deste momento de estudo e reflexão.
Rogamos a presença dos bons Espíritos, amigos espirituais que nos assistem, para que inspirem nossos pensamentos e sentimentos, ajudando-nos a compreender os ensinamentos que hoje refletiremos.
Que possamos estudar não apenas com a inteligência, mas principalmente com o coração, assimilando as lições que nos conduzem à renovação interior.
Que o ambiente se harmonize em paz, serenidade e respeito, para que possamos sentir a Tua presença entre nós.
E assim, em Teu nome e em nome dos Benfeitores Espirituais, iniciamos nossas reflexões de hoje.
Que assim seja.
LEITURA DO EVANGELHO
Livro – Caminho, verdade e vida - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco Cândido Xavier – MEDIUNIDADE - Capítulo 10.
“E nos últimos dias acontecerá, diz o Senhor, que do meu Espírito derramarei sobre toda carne; os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, vossos mancebos terão visões e os vossos velhos sonharão sonhos.” — (ATOS, 2:17)
No dia de Pentecostes, Jerusalém estava repleta de forasteiros. Filhos da Mesopotâmia, da Frígia, da Líbia, do Egito, cretenses, árabes, partos e romanos se aglomeravam na praça extensa, quando os discípulos humildes do Nazareno anunciaram a Boa Nova, atendendo a cada grupo da multidão em seu idioma particular.
Uma onda de surpresa e de alegria invadiu o espírito geral.
Não faltaram os cépticos, no divino concerto, atribuindo à loucura e à embriaguez a revelação observada. Simão Pedro destaca-se e esclarece que se trata da luz prometida pelos céus à escuridão da carne.
Desde esse dia, as claridades do Pentecostes jorraram sobre o mundo, incessantemente.
Até aí, os discípulos eram frágeis e indecisos, mas, dessa hora em diante, quebram as influências do meio, curam os doentes, levantam o espírito dos infortunados, falam aos reis da Terra em nome do Senhor.
O poder de Jesus se lhes comunicara às energias reduzidas.
Estabelecera-se a era da mediunidade, alicerce de todas as realizações do Cristianismo, através dos séculos.
Contra o seu influxo, trabalham, até hoje, os prejuízos morais que avassalam os caminhos do homem, mas é sobre a mediunidade, gloriosa luz dos céus oferecida às criaturas, no Pentecostes, que se edificam as construções espirituais de todas as comunidades sinceras da Doutrina do Cristo e é ainda ela que, dilatada dos apóstolos ao círculo de todos os homens, ressurge no Espiritismo cristão, como a alma imortal do Cristianismo redivivo.
REFLEXÕES – A citação de ATOS, 2:17 - revela que a comunicação espiritual não seria privilégio de poucos, mas uma manifestação que alcançaria muitas pessoas, em diferentes idades e condições.
À luz da Doutrina Espírita, esse versículo pode ser compreendido como um anúncio da expansão das faculdades mediúnicas na humanidade. Não como algo extraordinário ou sobrenatural, mas como parte do processo de progresso espiritual da Terra.
No contexto da lição estudada, entendemos que Deus permite essa abertura de intercâmbio entre os dois mundos para educar, consolar e esclarecer a humanidade. Assim, a profecia mencionada em Atos significa um convite ao serviço, à vigilância e à caridade.
Entretanto, Emmanuel nos lembra que a mediunidade é uma faculdade natural do ser humano, presente em graus variados. Que não deve ser encarada como privilégio ou destaque espiritual, mas como instrumento de serviço e responsabilidade. Que o valor da mediunidade não está nas manifestações em si, mas na responsabilidade moral de quem a possui.
Emmanuel nos convida a refletir sobre o verdadeiro sentido da mediunidade na vida do ser humano, que muitas vezes é cercada de curiosidade e de interesse pelo fenômeno, quando é, na realidade, uma oportunidade de serviço e aprendizado espiritual. Ela não foi concedida para distinção pessoal, mas para auxiliar na obra do bem.
Esse entendimento encontra profunda harmonia com o ensinamento apresentado no Capítulo XXVI, item 2, de O Evangelho Segundo o Espiritismo, que afirma: - “Daí de graça o que de graça recebestes”, disse Jesus aos seus discípulos, e por esse preceito estabelece que não se deve cobrar aquilo porque nada se pagou. - nos lembrando que os dons espirituais são concessões divinas e não propriedades do indivíduo.
Quando Emmanuel aborda a mediunidade na lição acima, ele nos conduz à compreensão de que o médium é, antes de tudo, um servidor. Sua função não é brilhar ou destacar-se, mas colaborar com humildade.
No item 7 do Capítulo XXVI, do ESE, diz que: “Os médiuns...receberam igualmente de Deus um dom gratuito, que é o de serem intérpretes dos Espíritos, para instruírem os homens, para lhes ensinarem o caminho do bem e levá-los à fé, e não para lhes venderem palavras que não lhes pertencem...” - esclarecendo-nos que os dons espirituais não devem ser motivo de comércio ou interesse material, que aqueles que utilizam os dons recebidos apenas para proveito próprio desviam-se da finalidade providencial da faculdade. Essa orientação, mais do que uma advertência, é um convite à reflexão: se tudo o que recebemos vem da misericórdia divina, então tudo deve retornar ao mundo na forma de serviço, amor e caridade.
A mediunidade, portanto, é oportunidade de crescimento moral. Ela exige do médium vigilância, humildade e compromisso com o bem. Não basta possuir a faculdade; é necessário educar o coração.
Nesse sentido, Emmanuel nos leva a compreender que o verdadeiro médium é aquele que se esforça para ser melhor a cada dia, lembrando que a maior mediunidade que podemos desenvolver é a mediunidade do amor, da compreensão e da fraternidade.
Assim, quando o Evangelho nos diz “daí gratuitamente o que gratuitamente recebestes”, está nos convidando a transformar nossas capacidades espirituais em instrumentos de caridade, colocando-as a serviço da consolação e do esclarecimento, tornando-nos verdadeiros colaboradores da obra divina.
Mais importante do que manifestar fenômenos espirituais é manifestar o amor de Cristo em nossas atitudes. Assim, a mediunidade se transforma em caminho de luz, aprendizado e caridade.
Pensemos nisto!
PRECE E VIBRAÇÕES –
"Coloca o teu recipiente de água cristalina à frente de tuas orações e espera e confia." [Emmanuel / Chico Xavier]
Senhor Jesus, Mestre amado e amigo de nossas almas, neste momento de serenidade e recolhimento elevamos o nosso pensamento até Ti, agradecendo profundamente pela oportunidade bendita de realizar mais um Evangelho no Lar.
Obrigado, Senhor, pela paz que envolve este ambiente, pela presença amorosa dos benfeitores espirituais que nos assistem e pela luz do Teu Evangelho que ilumina nossos corações e nossas consciências.
Agradecemos pela proteção derramada sobre este lar, por cada inspiração recebida, por cada momento de reflexão e por cada ensinamento que nos convida à renovação interior.
Mestre querido, ajuda-nos a compreender que o Evangelho em nosso lar é um verdadeiro ponto de luz no mundo espiritual. Que esta casa seja sempre um lugar de paz, de aprendizado, de respeito e de amor, onde os ensinamentos do Cristo possam florescer em nossas atitudes diárias.
Que possamos transformar nossos pensamentos, nossas palavras e nossas ações, tornando-nos instrumentos do bem, da paciência, da caridade e da compreensão.
Senhor, pedimos também que os bons Espíritos possam continuar envolvendo este lar com suas vibrações de paz, fortalecendo os laços de amor entre todos os que aqui vivem e entre aqueles que, de alguma forma, fazem parte de nossas vidas.
Que onde houver inquietação, chegue a serenidade.
Onde houver tristeza, chegue o consolo.
Onde houver dificuldade, chegue a esperança.
Neste instante, elevamos também nossas vibrações de amor em favor de todos aqueles que necessitam.
Vibremos pelos doentes do corpo e da alma, para que recebam amparo, tratamento espiritual e coragem para atravessar suas provas.
Vibremos pelos lares que enfrentam conflitos, desentendimentos e sofrimento, para que a paz de Jesus alcance esses corações e restabeleça a harmonia.
Vibremos por nossos familiares, encarnados e desencarnados, para que todos sejam envolvidos pela luz divina, recebendo proteção, esclarecimento e fortalecimento espiritual.
Vibremos também por nossos irmãos desencarnados que muitas vezes necessitam de auxílio, acolhimento e esclarecimento. Que eles sejam acolhidos pelos trabalhadores espirituais e encaminhados a locais de paz, aprendizado e recuperação.
Vibremos por toda a humanidade, para que os corações se tornem mais fraternos, mais solidários e mais sensíveis às necessidades do próximo.
E, Senhor Jesus, pedimos também a Tua bênção sobre as águas que se encontram em nossos lares. Que os benfeitores espirituais possam fluidificá-las com os recursos salutares da espiritualidade maior, transformando-as em medicamento para o nosso corpo físico, para o nosso equilíbrio emocional e para o nosso fortalecimento espiritual.
Que, ao utilizarmos essa água, possamos receber aquilo que mais necessitamos neste momento, de acordo com a misericórdia Divina.
Mestre querido, abençoa este nosso lar, seus moradores e todos aqueles que aqui entram ou que de alguma forma estão ligados a nós pelos laços do amor.
Que este ambiente permaneça protegido, iluminado e amparado pelas forças do bem, e que possamos sempre recordar que o verdadeiro Evangelho precisa ser vivido em nossas atitudes, em nossas palavras e em nossos pensamentos.
Permite, Senhor, que levemos a luz deste momento para todos os lugares por onde passarmos, sendo instrumentos de paz, compreensão e caridade.
Agradecemos pela Tua presença constante em nossas vidas e pela esperança que o Teu Evangelho nos oferece.
Que a paz de Deus, nosso Pai, a Tua luz, querido Jesus, e o amparo dos bons Espíritos permaneçam conosco, hoje e sempre.
Assim seja.
Paz e Bem!
“Os médiuns modernos, — pois os apóstolos também tinham mediunidade, — receberam igualmente de Deus um dom gratuito, que é o de serem intérpretes dos Espíritos, para instruírem os homens, para lhes ensinarem o caminho do bem e levá-los à fé, e não para lhes venderem palavras que não lhes pertencem...” - ESE (Cap, XXVI, item 7)
PRECE
Senhor Jesus, Mestre amado, agradecemos a oportunidade deste momento de estudo e reflexão.
Rogamos a presença dos bons Espíritos, amigos espirituais que nos assistem, para que inspirem nossos pensamentos e sentimentos, ajudando-nos a compreender os ensinamentos que hoje refletiremos.
Que possamos estudar não apenas com a inteligência, mas principalmente com o coração, assimilando as lições que nos conduzem à renovação interior.
Que o ambiente se harmonize em paz, serenidade e respeito, para que possamos sentir a Tua presença entre nós.
E assim, em Teu nome e em nome dos Benfeitores Espirituais, iniciamos nossas reflexões de hoje.
Que assim seja.
LEITURA DO EVANGELHO
Livro – Caminho, verdade e vida - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco Cândido Xavier – MEDIUNIDADE - Capítulo 10.
“E nos últimos dias acontecerá, diz o Senhor, que do meu Espírito derramarei sobre toda carne; os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, vossos mancebos terão visões e os vossos velhos sonharão sonhos.” — (ATOS, 2:17)
No dia de Pentecostes, Jerusalém estava repleta de forasteiros. Filhos da Mesopotâmia, da Frígia, da Líbia, do Egito, cretenses, árabes, partos e romanos se aglomeravam na praça extensa, quando os discípulos humildes do Nazareno anunciaram a Boa Nova, atendendo a cada grupo da multidão em seu idioma particular.
Uma onda de surpresa e de alegria invadiu o espírito geral.
Não faltaram os cépticos, no divino concerto, atribuindo à loucura e à embriaguez a revelação observada. Simão Pedro destaca-se e esclarece que se trata da luz prometida pelos céus à escuridão da carne.
Desde esse dia, as claridades do Pentecostes jorraram sobre o mundo, incessantemente.
Até aí, os discípulos eram frágeis e indecisos, mas, dessa hora em diante, quebram as influências do meio, curam os doentes, levantam o espírito dos infortunados, falam aos reis da Terra em nome do Senhor.
O poder de Jesus se lhes comunicara às energias reduzidas.
Estabelecera-se a era da mediunidade, alicerce de todas as realizações do Cristianismo, através dos séculos.
Contra o seu influxo, trabalham, até hoje, os prejuízos morais que avassalam os caminhos do homem, mas é sobre a mediunidade, gloriosa luz dos céus oferecida às criaturas, no Pentecostes, que se edificam as construções espirituais de todas as comunidades sinceras da Doutrina do Cristo e é ainda ela que, dilatada dos apóstolos ao círculo de todos os homens, ressurge no Espiritismo cristão, como a alma imortal do Cristianismo redivivo.
REFLEXÕES – A citação de ATOS, 2:17 - revela que a comunicação espiritual não seria privilégio de poucos, mas uma manifestação que alcançaria muitas pessoas, em diferentes idades e condições.
À luz da Doutrina Espírita, esse versículo pode ser compreendido como um anúncio da expansão das faculdades mediúnicas na humanidade. Não como algo extraordinário ou sobrenatural, mas como parte do processo de progresso espiritual da Terra.
No contexto da lição estudada, entendemos que Deus permite essa abertura de intercâmbio entre os dois mundos para educar, consolar e esclarecer a humanidade. Assim, a profecia mencionada em Atos significa um convite ao serviço, à vigilância e à caridade.
Entretanto, Emmanuel nos lembra que a mediunidade é uma faculdade natural do ser humano, presente em graus variados. Que não deve ser encarada como privilégio ou destaque espiritual, mas como instrumento de serviço e responsabilidade. Que o valor da mediunidade não está nas manifestações em si, mas na responsabilidade moral de quem a possui.
Emmanuel nos convida a refletir sobre o verdadeiro sentido da mediunidade na vida do ser humano, que muitas vezes é cercada de curiosidade e de interesse pelo fenômeno, quando é, na realidade, uma oportunidade de serviço e aprendizado espiritual. Ela não foi concedida para distinção pessoal, mas para auxiliar na obra do bem.
Esse entendimento encontra profunda harmonia com o ensinamento apresentado no Capítulo XXVI, item 2, de O Evangelho Segundo o Espiritismo, que afirma: - “Daí de graça o que de graça recebestes”, disse Jesus aos seus discípulos, e por esse preceito estabelece que não se deve cobrar aquilo porque nada se pagou. - nos lembrando que os dons espirituais são concessões divinas e não propriedades do indivíduo.
Quando Emmanuel aborda a mediunidade na lição acima, ele nos conduz à compreensão de que o médium é, antes de tudo, um servidor. Sua função não é brilhar ou destacar-se, mas colaborar com humildade.
No item 7 do Capítulo XXVI, do ESE, diz que: “Os médiuns...receberam igualmente de Deus um dom gratuito, que é o de serem intérpretes dos Espíritos, para instruírem os homens, para lhes ensinarem o caminho do bem e levá-los à fé, e não para lhes venderem palavras que não lhes pertencem...” - esclarecendo-nos que os dons espirituais não devem ser motivo de comércio ou interesse material, que aqueles que utilizam os dons recebidos apenas para proveito próprio desviam-se da finalidade providencial da faculdade. Essa orientação, mais do que uma advertência, é um convite à reflexão: se tudo o que recebemos vem da misericórdia divina, então tudo deve retornar ao mundo na forma de serviço, amor e caridade.
A mediunidade, portanto, é oportunidade de crescimento moral. Ela exige do médium vigilância, humildade e compromisso com o bem. Não basta possuir a faculdade; é necessário educar o coração.
Nesse sentido, Emmanuel nos leva a compreender que o verdadeiro médium é aquele que se esforça para ser melhor a cada dia, lembrando que a maior mediunidade que podemos desenvolver é a mediunidade do amor, da compreensão e da fraternidade.
Assim, quando o Evangelho nos diz “daí gratuitamente o que gratuitamente recebestes”, está nos convidando a transformar nossas capacidades espirituais em instrumentos de caridade, colocando-as a serviço da consolação e do esclarecimento, tornando-nos verdadeiros colaboradores da obra divina.
Mais importante do que manifestar fenômenos espirituais é manifestar o amor de Cristo em nossas atitudes. Assim, a mediunidade se transforma em caminho de luz, aprendizado e caridade.
Pensemos nisto!
PRECE E VIBRAÇÕES –
"Coloca o teu recipiente de água cristalina à frente de tuas orações e espera e confia." [Emmanuel / Chico Xavier]
Senhor Jesus, Mestre amado e amigo de nossas almas, neste momento de serenidade e recolhimento elevamos o nosso pensamento até Ti, agradecendo profundamente pela oportunidade bendita de realizar mais um Evangelho no Lar.
Obrigado, Senhor, pela paz que envolve este ambiente, pela presença amorosa dos benfeitores espirituais que nos assistem e pela luz do Teu Evangelho que ilumina nossos corações e nossas consciências.
Agradecemos pela proteção derramada sobre este lar, por cada inspiração recebida, por cada momento de reflexão e por cada ensinamento que nos convida à renovação interior.
Mestre querido, ajuda-nos a compreender que o Evangelho em nosso lar é um verdadeiro ponto de luz no mundo espiritual. Que esta casa seja sempre um lugar de paz, de aprendizado, de respeito e de amor, onde os ensinamentos do Cristo possam florescer em nossas atitudes diárias.
Que possamos transformar nossos pensamentos, nossas palavras e nossas ações, tornando-nos instrumentos do bem, da paciência, da caridade e da compreensão.
Senhor, pedimos também que os bons Espíritos possam continuar envolvendo este lar com suas vibrações de paz, fortalecendo os laços de amor entre todos os que aqui vivem e entre aqueles que, de alguma forma, fazem parte de nossas vidas.
Que onde houver inquietação, chegue a serenidade.
Onde houver tristeza, chegue o consolo.
Onde houver dificuldade, chegue a esperança.
Neste instante, elevamos também nossas vibrações de amor em favor de todos aqueles que necessitam.
Vibremos pelos doentes do corpo e da alma, para que recebam amparo, tratamento espiritual e coragem para atravessar suas provas.
Vibremos pelos lares que enfrentam conflitos, desentendimentos e sofrimento, para que a paz de Jesus alcance esses corações e restabeleça a harmonia.
Vibremos por nossos familiares, encarnados e desencarnados, para que todos sejam envolvidos pela luz divina, recebendo proteção, esclarecimento e fortalecimento espiritual.
Vibremos também por nossos irmãos desencarnados que muitas vezes necessitam de auxílio, acolhimento e esclarecimento. Que eles sejam acolhidos pelos trabalhadores espirituais e encaminhados a locais de paz, aprendizado e recuperação.
Vibremos por toda a humanidade, para que os corações se tornem mais fraternos, mais solidários e mais sensíveis às necessidades do próximo.
E, Senhor Jesus, pedimos também a Tua bênção sobre as águas que se encontram em nossos lares. Que os benfeitores espirituais possam fluidificá-las com os recursos salutares da espiritualidade maior, transformando-as em medicamento para o nosso corpo físico, para o nosso equilíbrio emocional e para o nosso fortalecimento espiritual.
Que, ao utilizarmos essa água, possamos receber aquilo que mais necessitamos neste momento, de acordo com a misericórdia Divina.
Mestre querido, abençoa este nosso lar, seus moradores e todos aqueles que aqui entram ou que de alguma forma estão ligados a nós pelos laços do amor.
Que este ambiente permaneça protegido, iluminado e amparado pelas forças do bem, e que possamos sempre recordar que o verdadeiro Evangelho precisa ser vivido em nossas atitudes, em nossas palavras e em nossos pensamentos.
Permite, Senhor, que levemos a luz deste momento para todos os lugares por onde passarmos, sendo instrumentos de paz, compreensão e caridade.
Agradecemos pela Tua presença constante em nossas vidas e pela esperança que o Teu Evangelho nos oferece.
Que a paz de Deus, nosso Pai, a Tua luz, querido Jesus, e o amparo dos bons Espíritos permaneçam conosco, hoje e sempre.
Assim seja.
Paz e Bem!