Estudo:
HORA DO EVANGELHO NO LAR - Livro – Caminho, verdade e vida - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco Cândido Xavier – O COMPANHEIRO - Capítulo 20
HORA DO EVANGELHO NO LAR
“Se perdoardes aos homens as ofensas que vos fazem, também vosso Pai celestial vos perdoará os vossos pecados.” (Mateus, VI:14)
PRECE
Senhor Jesus, Mestre amoroso e amigo de nossas almas, iniciamos este momento de estudo elevando a Ti os nossos pensamentos em gratidão e confiança.
Obrigado pela oportunidade de estarmos reunidos em Teu nome, buscando esclarecimento, paz e renovação interior.
Aquieta, Senhor, nossos corações.
Silencia as inquietações da mente, as preocupações do cotidiano e tudo aquilo que ainda nos distancia da Tua presença.
Que possamos, nesta hora, abrir não apenas os ouvidos, mas principalmente o coração, para compreender os ensinamentos do Evangelho e refletir sobre a importância da compaixão, da indulgência e do amor ao próximo.
Ampara-nos para que o estudo de hoje, que essas reflexões não permaneçam apenas nas palavras, mas alcance nossas atitudes, nossos relacionamentos e nossa maneira de viver.
Senhor, que os benfeitores espirituais responsáveis por esta atividade, nos inspirem, fortalecendo-nos em pensamentos de harmonia, fraternidade e luz.
E que este ambiente permaneça envolvido em paz, serenidade e amparo espiritual, permitindo-nos aprender e sentir cada ensinamento conforme nossas necessidades mais profundas.
Assim, em Teu nome, Mestre, mas acima de tudo em nome de nosso Pai Misericordioso, iniciamos nossos estudos.
Fica conosco, Senhor, hoje e sempre.
Que assim seja.
LEITURA DO EVANGELHO
Livro – Caminho, verdade e vida - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco Cândido Xavier – O COMPANHEIRO - Capítulo 20.
“Não devias tu igualmente ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti?” — Jesus. (MATEUS, 18:33)
Em qualquer parte, não pode o homem agir, isoladamente, em se tratando da obra de Deus, que se aperfeiçoa em todos os lugares.
O Pai estabeleceu a cooperação como princípio dos mais nobres, no centro das leis que regem a vida.
No recanto mais humilde, encontrarás um companheiro de esforço.
Em casa, ele pode chamar-se “pai” ou “filho”; no caminho, pode denominar-se “amigo” ou “camarada de ideal”.
No fundo, há um só Pai que é Deus e uma grande família que se compõe de irmãos.
Se o Eterno encaminhou ao teu ambiente um companheiro menos desejável, tem compaixão e ensina sempre. Eleva os que te rodeiam.
Santifica os laços que Jesus promoveu a bem de tua alma e de todos os que te cercam.
Se a tarefa apresenta obstáculos, lembra-te das inúmeras vezes em que o Cristo já aplicou misericórdia ao teu espírito. Isso atenua as sombras do coração.
Observa em cada companheiro de luta ou do dia uma bênção e uma oportunidade de atender ao programa divino, acerca de tua existência.
Há dificuldades e percalços, incompreensões e desentendimentos? Usa a misericórdia que Jesus já usou contigo, dando-te nova ocasião de santificar e de aprender.
REFLEXÕES – Na lição “Companheiro”, Emmanuel nos leva a refletir sobre a forma como tratamos aqueles que caminham conosco na experiência humana. A passagem de Mateus faz parte da parábola do credor incompassivo, ensinada por Jesus, em que um homem que teve uma vultuosa dívida perdoado por seu senhor se mostra incapaz de perdoar uma pequena dívida de seu semelhante. Recebeu misericórdia e perdão, porém não se fez merecedor desses benefícios quando colocado em situação semelhante, perdendo a oportunidade de quitar as suas dívidas pela lei de amor. Parábola do credor incompassivo, ou "parábola do perdão da dívida" ou "parábola do servo impiedoso" como também é conhecida, foi uma história contada por Jesus, para ensinar sobre a importância do perdão e da misericórdia. Registrada no Novo Testamento, no livro de Mateus 18:21-35, destaca a necessidade de perdoarmos uns aos outros, como Deus nos perdoou. O ensinamento é profundamente atual.
No O Evangelho Segundo o Espiritismo, especialmente no capítulo X — “Bem-aventurados os misericordiosos” — aprendemos que a verdadeira superioridade espiritual se manifesta na indulgência, na bondade e no perdão – “A misericórdia é o complemento da mansuetude, pois os que não são misericordiosos também não são mansos e pacíficos. Ela consiste no esquecimento e no perdão das ofensas.”
Todos nós somos espíritos em aprendizado, em processo de evolução. Erramos, caímos, recomeçamos inúmeras vezes.
Ainda assim Deus nos concede novas oportunidades; a vida nos oferece recomeços; a espiritualidade nos ampara silenciosamente.
Mas Emmanuel nos alerta: não basta pedir misericórdia para nós mesmos. É necessário oferecê-la ao próximo.
O Evangelho utiliza a palavra “companheiro” de maneira muito significativa. Porque ninguém surge em nossa vida por acaso.
São companheiros os familiares, os amigos, os colegas difíceis, aqueles que nos desafiam, aqueles que nos ajudam a crescer.
Muitas vezes desejamos amar a humanidade… mas falhamos em amar quem está ao nosso lado diariamente.
Perdoar não significa aprovar o erro. O perdão é libertação íntima.
Quando Jesus fala sobre compaixão pelo companheiro, Ele nos convida a suavizar julgamentos, desenvolver empatia e a recordar nossas próprias necessidades de perdão.
Jesus, em toda a Sua caminhada entre os homens, ensinou o perdão não apenas pelas palavras, mas principalmente pelo exemplo.
No O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo X, itens 4 e 14 — “Bem-aventurados os misericordiosos”, encontramos estas orientações: Jesus nos ensina que a misericórdia não deve ter limites, quando diz que se deve perdoar ao irmão, não sete vezes, mas setenta vezes sete.” — “Perdoai, pois, os vossos irmãos, como tendes necessidade de ser perdoados.”
O Evangelho nos mostra que guardar ressentimento é manter viva dentro de nós a sombra da dor. Muitas vezes acreditamos que não perdoar é uma forma de justiça. Mas, espiritualmente, a mágoa prolongada costuma aprisionar mais quem sente do que quem provocou a ofensa.
Perdoar não significa concordar com o erro, nem fingir que nada aconteceu. É entregar à Justiça Divina aquilo que não nos compete resolver pela revolta.
O Espiritismo nos ensina que todos somos espíritos imperfeitos, em diferentes graus de aprendizado. Hoje sofremos, ontem talvez tenhamos feito sofrer. Hoje necessitamos compreensão, amanhã talvez sejamos chamados a compreender.
Por isso Jesus nos convida à indulgência.
O verdadeiro crescimento espiritual começa quando compreendemos que todos lutam batalhas invisíveis, que todos carregam dores, necessitando de paciência e acolhimento.
O perdão talvez não mude imediatamente o outro, mas transforma profundamente aquele que aprende a perdoar.
Talvez a grande transformação espiritual comece não em gestos grandiosos, mas na maneira como tratamos aqueles que convivem conosco todos os dias.
E, no fundo, é isso que Jesus deseja de nós, nossa transformação: corações mais leves, menos endurecidos, mais capazes de amar apesar das imperfeições humanas.
Pensemos nisto!
PRECE E VIBRAÇÕES –
"Coloca o teu recipiente de água cristalina à frente de tuas orações e espera e confia." [Emmanuel / Chico Xavier]
Senhor Jesus, Mestre amado de nossas vidas, ao encerrarmos este momento de reflexão, queremos permanecer por alguns instantes sob a suavidade da Tua presença, agradecendo pelo amparo invisível que nos sustenta e pelo carinho com que a espiritualidade amiga nos envolve.
Obrigado, Senhor, pelas palavras que consolam, pelos ensinamentos que esclarecem e pelas oportunidades de renovação que continuamente nos ofereces.
Sabemos que ainda somos frágeis no exercício do perdão.
Muitas vezes carregamos mágoas silenciosas, lembranças dolorosas, feridas escondidas que apenas Tu conheces profundamente. Por isso, Jesus querido, toca nossos corações com Teu amor. Ajuda-nos a liberar o peso das dores antigas, a suavizar os sentimentos endurecidos,
a compreender as limitações daqueles que caminham conosco e, também a olhar para nós mesmos com mais humildade e verdade.
Ensina-nos, Senhor, o perdão que pacifica, não o perdão das palavras superficiais, mas aquele que nasce lentamente no fundo da alma e nos devolve a paz.
Senhor, neste momento, queremos vibrar amorosamente por todos, encarnados e desencarnados, rogando que suas dores e angústias sejam suavizadas.
Assim, Senhor, vibramos pelos que sofrem em silêncio;
pelos corações aflitos e desanimados;
pelos que enfrentam conflitos familiares;
pelos que se sentem abandonados ou incompreendidos;
pelos enfermos do corpo e da alma;
pelos irmãos desencarnados, pelos suicidas, todos os necessitados de luz, consolo e esclarecimento.
Vibramos por nossa Casa Espírita, pelas Casas de Oração onde Teu Evangelho de Luz é propagado, para que tenham sempre proteção e fortalecimento e continuem sendo o porto seguro das almas aflitas.
Mestre Amado, que Teu amor alcance também nossos lares, nossos familiares, amigos e todos aqueles que fazem parte de nossa caminhada.
Assim, Mestre amado, pedimos a Tua bênção sobre nossas águas. Que os mensageiros da paz, sob Tua permissão, depositem nelas os recursos salutares necessários ao nosso equilíbrio físico, mental e espiritual.
Que esta água seja fluidificada com amor, serenidade e esperança.
Que ela possa aliviar nossas angústias, fortalecer nossas energias, acalmar nossas emoções e restaurar aquilo que em nós esteja cansado ou ferido. Que ao tomarmos desta água, que sintamos Teu cuidado amoroso envolvendo nossas vidas, alcançando inclusive aqueles por quem oramos e que necessitam de auxílio neste momento.
Permanece conosco, Senhor.
Nos passos difíceis…
nas provas silenciosas…
nos desafios do perdão…
e em todos os instantes de nossa existência.
Que possamos retornar às nossas atividades mais leves, mais pacificados e mais dispostos a viver o Teu Evangelho no amor, na indulgência e na fraternidade.
Fica conosco hoje e sempre, Mestre Amado.
Que assim seja.
Paz e Bem!
“Se perdoardes aos homens as ofensas que vos fazem, também vosso Pai celestial vos perdoará os vossos pecados.” (Mateus, VI:14)
PRECE
Senhor Jesus, Mestre amoroso e amigo de nossas almas, iniciamos este momento de estudo elevando a Ti os nossos pensamentos em gratidão e confiança.
Obrigado pela oportunidade de estarmos reunidos em Teu nome, buscando esclarecimento, paz e renovação interior.
Aquieta, Senhor, nossos corações.
Silencia as inquietações da mente, as preocupações do cotidiano e tudo aquilo que ainda nos distancia da Tua presença.
Que possamos, nesta hora, abrir não apenas os ouvidos, mas principalmente o coração, para compreender os ensinamentos do Evangelho e refletir sobre a importância da compaixão, da indulgência e do amor ao próximo.
Ampara-nos para que o estudo de hoje, que essas reflexões não permaneçam apenas nas palavras, mas alcance nossas atitudes, nossos relacionamentos e nossa maneira de viver.
Senhor, que os benfeitores espirituais responsáveis por esta atividade, nos inspirem, fortalecendo-nos em pensamentos de harmonia, fraternidade e luz.
E que este ambiente permaneça envolvido em paz, serenidade e amparo espiritual, permitindo-nos aprender e sentir cada ensinamento conforme nossas necessidades mais profundas.
Assim, em Teu nome, Mestre, mas acima de tudo em nome de nosso Pai Misericordioso, iniciamos nossos estudos.
Fica conosco, Senhor, hoje e sempre.
Que assim seja.
LEITURA DO EVANGELHO
Livro – Caminho, verdade e vida - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco Cândido Xavier – O COMPANHEIRO - Capítulo 20.
“Não devias tu igualmente ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti?” — Jesus. (MATEUS, 18:33)
Em qualquer parte, não pode o homem agir, isoladamente, em se tratando da obra de Deus, que se aperfeiçoa em todos os lugares.
O Pai estabeleceu a cooperação como princípio dos mais nobres, no centro das leis que regem a vida.
No recanto mais humilde, encontrarás um companheiro de esforço.
Em casa, ele pode chamar-se “pai” ou “filho”; no caminho, pode denominar-se “amigo” ou “camarada de ideal”.
No fundo, há um só Pai que é Deus e uma grande família que se compõe de irmãos.
Se o Eterno encaminhou ao teu ambiente um companheiro menos desejável, tem compaixão e ensina sempre. Eleva os que te rodeiam.
Santifica os laços que Jesus promoveu a bem de tua alma e de todos os que te cercam.
Se a tarefa apresenta obstáculos, lembra-te das inúmeras vezes em que o Cristo já aplicou misericórdia ao teu espírito. Isso atenua as sombras do coração.
Observa em cada companheiro de luta ou do dia uma bênção e uma oportunidade de atender ao programa divino, acerca de tua existência.
Há dificuldades e percalços, incompreensões e desentendimentos? Usa a misericórdia que Jesus já usou contigo, dando-te nova ocasião de santificar e de aprender.
REFLEXÕES – Na lição “Companheiro”, Emmanuel nos leva a refletir sobre a forma como tratamos aqueles que caminham conosco na experiência humana. A passagem de Mateus faz parte da parábola do credor incompassivo, ensinada por Jesus, em que um homem que teve uma vultuosa dívida perdoado por seu senhor se mostra incapaz de perdoar uma pequena dívida de seu semelhante. Recebeu misericórdia e perdão, porém não se fez merecedor desses benefícios quando colocado em situação semelhante, perdendo a oportunidade de quitar as suas dívidas pela lei de amor. Parábola do credor incompassivo, ou "parábola do perdão da dívida" ou "parábola do servo impiedoso" como também é conhecida, foi uma história contada por Jesus, para ensinar sobre a importância do perdão e da misericórdia. Registrada no Novo Testamento, no livro de Mateus 18:21-35, destaca a necessidade de perdoarmos uns aos outros, como Deus nos perdoou. O ensinamento é profundamente atual.
No O Evangelho Segundo o Espiritismo, especialmente no capítulo X — “Bem-aventurados os misericordiosos” — aprendemos que a verdadeira superioridade espiritual se manifesta na indulgência, na bondade e no perdão – “A misericórdia é o complemento da mansuetude, pois os que não são misericordiosos também não são mansos e pacíficos. Ela consiste no esquecimento e no perdão das ofensas.”
Todos nós somos espíritos em aprendizado, em processo de evolução. Erramos, caímos, recomeçamos inúmeras vezes.
Ainda assim Deus nos concede novas oportunidades; a vida nos oferece recomeços; a espiritualidade nos ampara silenciosamente.
Mas Emmanuel nos alerta: não basta pedir misericórdia para nós mesmos. É necessário oferecê-la ao próximo.
O Evangelho utiliza a palavra “companheiro” de maneira muito significativa. Porque ninguém surge em nossa vida por acaso.
São companheiros os familiares, os amigos, os colegas difíceis, aqueles que nos desafiam, aqueles que nos ajudam a crescer.
Muitas vezes desejamos amar a humanidade… mas falhamos em amar quem está ao nosso lado diariamente.
Perdoar não significa aprovar o erro. O perdão é libertação íntima.
Quando Jesus fala sobre compaixão pelo companheiro, Ele nos convida a suavizar julgamentos, desenvolver empatia e a recordar nossas próprias necessidades de perdão.
Jesus, em toda a Sua caminhada entre os homens, ensinou o perdão não apenas pelas palavras, mas principalmente pelo exemplo.
No O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo X, itens 4 e 14 — “Bem-aventurados os misericordiosos”, encontramos estas orientações: Jesus nos ensina que a misericórdia não deve ter limites, quando diz que se deve perdoar ao irmão, não sete vezes, mas setenta vezes sete.” — “Perdoai, pois, os vossos irmãos, como tendes necessidade de ser perdoados.”
O Evangelho nos mostra que guardar ressentimento é manter viva dentro de nós a sombra da dor. Muitas vezes acreditamos que não perdoar é uma forma de justiça. Mas, espiritualmente, a mágoa prolongada costuma aprisionar mais quem sente do que quem provocou a ofensa.
Perdoar não significa concordar com o erro, nem fingir que nada aconteceu. É entregar à Justiça Divina aquilo que não nos compete resolver pela revolta.
O Espiritismo nos ensina que todos somos espíritos imperfeitos, em diferentes graus de aprendizado. Hoje sofremos, ontem talvez tenhamos feito sofrer. Hoje necessitamos compreensão, amanhã talvez sejamos chamados a compreender.
Por isso Jesus nos convida à indulgência.
O verdadeiro crescimento espiritual começa quando compreendemos que todos lutam batalhas invisíveis, que todos carregam dores, necessitando de paciência e acolhimento.
O perdão talvez não mude imediatamente o outro, mas transforma profundamente aquele que aprende a perdoar.
Talvez a grande transformação espiritual comece não em gestos grandiosos, mas na maneira como tratamos aqueles que convivem conosco todos os dias.
E, no fundo, é isso que Jesus deseja de nós, nossa transformação: corações mais leves, menos endurecidos, mais capazes de amar apesar das imperfeições humanas.
Pensemos nisto!
PRECE E VIBRAÇÕES –
"Coloca o teu recipiente de água cristalina à frente de tuas orações e espera e confia." [Emmanuel / Chico Xavier]
Senhor Jesus, Mestre amado de nossas vidas, ao encerrarmos este momento de reflexão, queremos permanecer por alguns instantes sob a suavidade da Tua presença, agradecendo pelo amparo invisível que nos sustenta e pelo carinho com que a espiritualidade amiga nos envolve.
Obrigado, Senhor, pelas palavras que consolam, pelos ensinamentos que esclarecem e pelas oportunidades de renovação que continuamente nos ofereces.
Sabemos que ainda somos frágeis no exercício do perdão.
Muitas vezes carregamos mágoas silenciosas, lembranças dolorosas, feridas escondidas que apenas Tu conheces profundamente. Por isso, Jesus querido, toca nossos corações com Teu amor. Ajuda-nos a liberar o peso das dores antigas, a suavizar os sentimentos endurecidos,
a compreender as limitações daqueles que caminham conosco e, também a olhar para nós mesmos com mais humildade e verdade.
Ensina-nos, Senhor, o perdão que pacifica, não o perdão das palavras superficiais, mas aquele que nasce lentamente no fundo da alma e nos devolve a paz.
Senhor, neste momento, queremos vibrar amorosamente por todos, encarnados e desencarnados, rogando que suas dores e angústias sejam suavizadas.
Assim, Senhor, vibramos pelos que sofrem em silêncio;
pelos corações aflitos e desanimados;
pelos que enfrentam conflitos familiares;
pelos que se sentem abandonados ou incompreendidos;
pelos enfermos do corpo e da alma;
pelos irmãos desencarnados, pelos suicidas, todos os necessitados de luz, consolo e esclarecimento.
Vibramos por nossa Casa Espírita, pelas Casas de Oração onde Teu Evangelho de Luz é propagado, para que tenham sempre proteção e fortalecimento e continuem sendo o porto seguro das almas aflitas.
Mestre Amado, que Teu amor alcance também nossos lares, nossos familiares, amigos e todos aqueles que fazem parte de nossa caminhada.
Assim, Mestre amado, pedimos a Tua bênção sobre nossas águas. Que os mensageiros da paz, sob Tua permissão, depositem nelas os recursos salutares necessários ao nosso equilíbrio físico, mental e espiritual.
Que esta água seja fluidificada com amor, serenidade e esperança.
Que ela possa aliviar nossas angústias, fortalecer nossas energias, acalmar nossas emoções e restaurar aquilo que em nós esteja cansado ou ferido. Que ao tomarmos desta água, que sintamos Teu cuidado amoroso envolvendo nossas vidas, alcançando inclusive aqueles por quem oramos e que necessitam de auxílio neste momento.
Permanece conosco, Senhor.
Nos passos difíceis…
nas provas silenciosas…
nos desafios do perdão…
e em todos os instantes de nossa existência.
Que possamos retornar às nossas atividades mais leves, mais pacificados e mais dispostos a viver o Teu Evangelho no amor, na indulgência e na fraternidade.
Fica conosco hoje e sempre, Mestre Amado.
Que assim seja.
Paz e Bem!