Estudo:
HORA DO EVANGELHO NO LAR - Livro – Caminho, verdade e vida - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco Cândido Xavier – POR CRISTO - Capítulo 17
HORA DO EVANGELHO NO LAR
“E se te fez algum dano, ou te deve alguma coisa, põe isso à minha conta.” - Paulo. (FILIMON, 1:10-18.)
PRECE
Senhor Jesus, agradecemos por mais esta oportunidade de estudo e reflexão.
Que possamos, nesta hora, aquietar o coração, silenciar as inquietações e abrir a alma para os ensinamentos da Tua mensagem de amor.
Ampara-nos, Mestre, para que compreendamos não apenas com a razão, mas principalmente com o sentimento, os valores da misericórdia, da compaixão e do perdão.
Inspira-nos através dos benfeitores espirituais aqui presentes, para que possamos assimilar aquilo que mais necessitamos neste momento de nossas vidas.
Que este ambiente seja envolvido em paz, harmonia e luz. Que possamos aprender e, sobretudo, transformar-nos.
Assim, em Teu Nome, Mestre amado, damos início as reflexões de hoje.
Permaneça conosco, hoje e sempre.
Que assim seja.
LEITURA DO EVANGELHO
Livro – Caminho, verdade e vida - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco Cândido Xavier – POR CRISTO - Capítulo 17.
“E se te fez algum dano, ou te deve alguma coisa, põe isso à minha conta.” - Paulo. (FILIMON, 1:18.)
Enviando Onésimo a Filêmon, Paulo, nas suas expressões inspiradas e felizes, recomendava ao amigo lançasse ao seu débito quanto lhe era devido pelo portador.
Afeiçoemos a exortação às nossas necessidades próprias.
Em cada novo dia de luta, passamos a ser maiores devedores do Cristo.
Se tudo nos corre dificilmente, é de Jesus que nos chegam as providências justas. Se tudo se desenvolve retamente, é por seu amor que utilizamos as dádivas da vida e é, em seu nome, que distribuímos esperanças e consolações.
Estamos empenhados à sua inesgotável misericórdia.
Somos dEle e nessa circunstância reside nosso título mais alto.
Por que, então, o pessimismo e o desespero, quando a calúnia ou a ingratidão nos ataquem de rijo, trazendo-nos a possibilidade de mais vasta ascensão? Se estamos totalmente empenhados ao amor infinito do Mestre, não será razoável compreendermos pelo menos alguma particularidade de nossa dívida imensa, dispondo-nos a aceitar pequenina parcela de sofrimento, em memória de seu nome, junto de nossos irmãos da Terra, que são seus tutelados igualmente?
Devemos refletir que quando falamos em paz, em felicidade, em vida superior, agimos no campo da confiança, prometendo por conta do Cristo, porquanto só Ele tem para dar em abundância.
Em vista disso, caso sintas que alguém se converteu em devedor de tua alma, não te entregues a preocupações inúteis, porque o Cristo é também teu credor e deves colocar os danos do caminho em sua conta divina, passando adiante.
REFLEXÕES – Nesta lição, Emmanuel nos conduz à profunda compreensão do amor que assume responsabilidades, inspirado na atitude do apóstolo Paulo ao interceder por Onésimo (escravo de Filemom, senhor rico. Ele fugiu da casa de Filemon e conheceu Paulo, provavelmente na prisão em Roma, tendo sido então evangelizado. Onésimo havia roubado algo da casa do seu senhor, mas Paulo intercede por Onésimo: com amor e humildade, sem apelar para sua autoridade de apóstolo, responsabilizando-se por ele. Agindo assim, ao mediar um conflito incentivando o perdão, a misericórdia e a bondade, Paulo imita a Cristo, assumindo uma dívida que não é sua)
A frase evangélica - “E se te fez algum dano, ou te deve alguma coisa, põe isso à minha conta.” - revela um dos mais altos níveis de caridade: tomar sobre si o débito moral do outro, não como incentivo ao erro, mas como expressão de misericórdia e fraternidade.
Emmanuel destaca que, espiritualmente, todos estamos ligados por laços de responsabilidade mútua. Ninguém vive isolado.
Quando ajudamos alguém a se reerguer, estamos cooperando com a Lei Divina. Quando julgamos ou condenamos, frequentemente esquecemos nossas próprias dívidas espirituais e fazemos o julgamento.
A passagem de Filêmon 1:18 ganha ainda mais profundidade quando analisada à luz do ESE, Capítulo X — “Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.”.
No ESE, a misericórdia é apresentada não apenas como um sentimento, mas como uma atitude ativa diante da imperfeição humana.
A misericórdia não anula a justiça, mas a suaviza com amor, é uma forma elevada de justiça. Somos todos devedores uns dos outros em diferentes graus.
O amor verdadeiro não abandona — acompanha e sustenta; Deus permite que sejamos, uns para os outros, instrumentos de reerguimento.
Paulo, nesse gesto, nos ensina a não apenas perdoar, mas interceder, acolher e reconstruir vidas.
O Evangelho nos convida a olhar o erro do outro com compreensão, lembrando que todos somos imperfeitos. A indulgência não é conivência, mas sim consciência da própria fragilidade. “A indulgência não vê os defeitos alheios, e se os vê, evita comentá-los e divulgá-los”. (ESE – Cap. X - item 16);
O Evangelho nos convida a perdoar e perdoar segundo o Espiritismo, não é esquecer mecanicamente, mas libertar-se do peso emocional que nos prende ao passado. É um ato de inteligência espiritual. – “A misericórdia é o complemento da mansuetude, pois os que não são misericordiosos também não são mansos e pacíficos. Ela consiste no esquecimento e no perdão das ofensas.” (Cap. X - item 4).
Lembremos, a Justiça Divina não pune — educa. Por isso, somos constantemente chamados à reparação dos nossos equívocos. Quando Paulo diz “põe isso à minha conta”, ele simboliza o espírito que auxilia o outro a recomeçar, sem anulá-lo como responsável, mas amparando-o no processo.
A vida nos reúne não por acaso, mas por necessidades profundas de aprendizado e reconciliação.
Cada encontro é uma oportunidade:
ou de cobrar… ou de amar.
ou de julgar… ou de compreender.
ou de afastar… ou de reconstruir.
Pensemos nisto!
PRECE E VIBRAÇÕES –
"Coloca o teu recipiente de água cristalina à frente de tuas orações e espera e confia." [Emmanuel / Chico Xavier]
Senhor Jesus, Mestre amado de nossas vidas, neste momento de encerramento, elevamos a Ti, nossa imensa gratidão.
Obrigado por permitir este encontro de aprendizado, de reflexão e de renovação interior.
Ensina-nos, Mestre Amado, a amar mais, a compreender melhor, a perdoar com sinceridade e a estender as mãos com verdadeira fraternidade.
Auxilia-nos a reconhecer nossas próprias fragilidades, para que sejamos mais indulgentes com as dificuldades dos outros.
Que possamos encerrar as reflexões de hoje nos sentindo mais leves, mais serenos e mais comprometidos com o bem.
Neste instante, Senhor Jesus, vamos expandimos nossas vibrações em forma de amor e direcionando a todos os irmãos, encarnados e desencarnados, que estão em sofrimento, para que encontrem consolo e esperança;
Direcionamos aos enfermos do corpo e da alma, desejando que recebam alívio e fortalecimento;
Aos que se encontram em aflição ou desalento, que sintam a Tua presença amiga;
Àqueles que erram, para que encontrem caminhos de renovação e coragem para recomeçar;
Aos nossos familiares, amigos e a todos aqueles com quem convivemos, envolvendo-os em paz, harmonia e proteção.
E assim, Senhor, rogamos por toda a humanidade, para que a Terra se torne um mundo de mais amor, compreensão e fraternidade.
Pedimos também, Mestre querido, que abençoes nossas águas que aqui se encontram. Que, com Tua permissão e com o amparo dos benfeitores espirituais, sejam fluidificada, tornando-se veículo de equilíbrio, saúde e paz, atingindo não apenas o nosso corpo físico, mas também nossas emoções e nosso espírito, conforme as necessidades de cada um.
Que ao tomarmos desta água, possamos receber o amparo que necessitamos, fortalecendo-nos para os desafios da vida.
Graças vos damos Senhor e ainda rogamos: permaneça conosco, Senhor,
hoje e sempre, guiando nossos passos, iluminando nossas escolhas e sustentando-nos no caminho do bem.
Que a Tua paz, a Tua luz nos acompanhe hoje e sempre.
Que assim seja.
Paz e Bem!
“E se te fez algum dano, ou te deve alguma coisa, põe isso à minha conta.” - Paulo. (FILIMON, 1:10-18.)
PRECE
Senhor Jesus, agradecemos por mais esta oportunidade de estudo e reflexão.
Que possamos, nesta hora, aquietar o coração, silenciar as inquietações e abrir a alma para os ensinamentos da Tua mensagem de amor.
Ampara-nos, Mestre, para que compreendamos não apenas com a razão, mas principalmente com o sentimento, os valores da misericórdia, da compaixão e do perdão.
Inspira-nos através dos benfeitores espirituais aqui presentes, para que possamos assimilar aquilo que mais necessitamos neste momento de nossas vidas.
Que este ambiente seja envolvido em paz, harmonia e luz. Que possamos aprender e, sobretudo, transformar-nos.
Assim, em Teu Nome, Mestre amado, damos início as reflexões de hoje.
Permaneça conosco, hoje e sempre.
Que assim seja.
LEITURA DO EVANGELHO
Livro – Caminho, verdade e vida - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco Cândido Xavier – POR CRISTO - Capítulo 17.
“E se te fez algum dano, ou te deve alguma coisa, põe isso à minha conta.” - Paulo. (FILIMON, 1:18.)
Enviando Onésimo a Filêmon, Paulo, nas suas expressões inspiradas e felizes, recomendava ao amigo lançasse ao seu débito quanto lhe era devido pelo portador.
Afeiçoemos a exortação às nossas necessidades próprias.
Em cada novo dia de luta, passamos a ser maiores devedores do Cristo.
Se tudo nos corre dificilmente, é de Jesus que nos chegam as providências justas. Se tudo se desenvolve retamente, é por seu amor que utilizamos as dádivas da vida e é, em seu nome, que distribuímos esperanças e consolações.
Estamos empenhados à sua inesgotável misericórdia.
Somos dEle e nessa circunstância reside nosso título mais alto.
Por que, então, o pessimismo e o desespero, quando a calúnia ou a ingratidão nos ataquem de rijo, trazendo-nos a possibilidade de mais vasta ascensão? Se estamos totalmente empenhados ao amor infinito do Mestre, não será razoável compreendermos pelo menos alguma particularidade de nossa dívida imensa, dispondo-nos a aceitar pequenina parcela de sofrimento, em memória de seu nome, junto de nossos irmãos da Terra, que são seus tutelados igualmente?
Devemos refletir que quando falamos em paz, em felicidade, em vida superior, agimos no campo da confiança, prometendo por conta do Cristo, porquanto só Ele tem para dar em abundância.
Em vista disso, caso sintas que alguém se converteu em devedor de tua alma, não te entregues a preocupações inúteis, porque o Cristo é também teu credor e deves colocar os danos do caminho em sua conta divina, passando adiante.
REFLEXÕES – Nesta lição, Emmanuel nos conduz à profunda compreensão do amor que assume responsabilidades, inspirado na atitude do apóstolo Paulo ao interceder por Onésimo (escravo de Filemom, senhor rico. Ele fugiu da casa de Filemon e conheceu Paulo, provavelmente na prisão em Roma, tendo sido então evangelizado. Onésimo havia roubado algo da casa do seu senhor, mas Paulo intercede por Onésimo: com amor e humildade, sem apelar para sua autoridade de apóstolo, responsabilizando-se por ele. Agindo assim, ao mediar um conflito incentivando o perdão, a misericórdia e a bondade, Paulo imita a Cristo, assumindo uma dívida que não é sua)
A frase evangélica - “E se te fez algum dano, ou te deve alguma coisa, põe isso à minha conta.” - revela um dos mais altos níveis de caridade: tomar sobre si o débito moral do outro, não como incentivo ao erro, mas como expressão de misericórdia e fraternidade.
Emmanuel destaca que, espiritualmente, todos estamos ligados por laços de responsabilidade mútua. Ninguém vive isolado.
Quando ajudamos alguém a se reerguer, estamos cooperando com a Lei Divina. Quando julgamos ou condenamos, frequentemente esquecemos nossas próprias dívidas espirituais e fazemos o julgamento.
A passagem de Filêmon 1:18 ganha ainda mais profundidade quando analisada à luz do ESE, Capítulo X — “Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.”.
No ESE, a misericórdia é apresentada não apenas como um sentimento, mas como uma atitude ativa diante da imperfeição humana.
A misericórdia não anula a justiça, mas a suaviza com amor, é uma forma elevada de justiça. Somos todos devedores uns dos outros em diferentes graus.
O amor verdadeiro não abandona — acompanha e sustenta; Deus permite que sejamos, uns para os outros, instrumentos de reerguimento.
Paulo, nesse gesto, nos ensina a não apenas perdoar, mas interceder, acolher e reconstruir vidas.
O Evangelho nos convida a olhar o erro do outro com compreensão, lembrando que todos somos imperfeitos. A indulgência não é conivência, mas sim consciência da própria fragilidade. “A indulgência não vê os defeitos alheios, e se os vê, evita comentá-los e divulgá-los”. (ESE – Cap. X - item 16);
O Evangelho nos convida a perdoar e perdoar segundo o Espiritismo, não é esquecer mecanicamente, mas libertar-se do peso emocional que nos prende ao passado. É um ato de inteligência espiritual. – “A misericórdia é o complemento da mansuetude, pois os que não são misericordiosos também não são mansos e pacíficos. Ela consiste no esquecimento e no perdão das ofensas.” (Cap. X - item 4).
Lembremos, a Justiça Divina não pune — educa. Por isso, somos constantemente chamados à reparação dos nossos equívocos. Quando Paulo diz “põe isso à minha conta”, ele simboliza o espírito que auxilia o outro a recomeçar, sem anulá-lo como responsável, mas amparando-o no processo.
A vida nos reúne não por acaso, mas por necessidades profundas de aprendizado e reconciliação.
Cada encontro é uma oportunidade:
ou de cobrar… ou de amar.
ou de julgar… ou de compreender.
ou de afastar… ou de reconstruir.
Pensemos nisto!
PRECE E VIBRAÇÕES –
"Coloca o teu recipiente de água cristalina à frente de tuas orações e espera e confia." [Emmanuel / Chico Xavier]
Senhor Jesus, Mestre amado de nossas vidas, neste momento de encerramento, elevamos a Ti, nossa imensa gratidão.
Obrigado por permitir este encontro de aprendizado, de reflexão e de renovação interior.
Ensina-nos, Mestre Amado, a amar mais, a compreender melhor, a perdoar com sinceridade e a estender as mãos com verdadeira fraternidade.
Auxilia-nos a reconhecer nossas próprias fragilidades, para que sejamos mais indulgentes com as dificuldades dos outros.
Que possamos encerrar as reflexões de hoje nos sentindo mais leves, mais serenos e mais comprometidos com o bem.
Neste instante, Senhor Jesus, vamos expandimos nossas vibrações em forma de amor e direcionando a todos os irmãos, encarnados e desencarnados, que estão em sofrimento, para que encontrem consolo e esperança;
Direcionamos aos enfermos do corpo e da alma, desejando que recebam alívio e fortalecimento;
Aos que se encontram em aflição ou desalento, que sintam a Tua presença amiga;
Àqueles que erram, para que encontrem caminhos de renovação e coragem para recomeçar;
Aos nossos familiares, amigos e a todos aqueles com quem convivemos, envolvendo-os em paz, harmonia e proteção.
E assim, Senhor, rogamos por toda a humanidade, para que a Terra se torne um mundo de mais amor, compreensão e fraternidade.
Pedimos também, Mestre querido, que abençoes nossas águas que aqui se encontram. Que, com Tua permissão e com o amparo dos benfeitores espirituais, sejam fluidificada, tornando-se veículo de equilíbrio, saúde e paz, atingindo não apenas o nosso corpo físico, mas também nossas emoções e nosso espírito, conforme as necessidades de cada um.
Que ao tomarmos desta água, possamos receber o amparo que necessitamos, fortalecendo-nos para os desafios da vida.
Graças vos damos Senhor e ainda rogamos: permaneça conosco, Senhor,
hoje e sempre, guiando nossos passos, iluminando nossas escolhas e sustentando-nos no caminho do bem.
Que a Tua paz, a Tua luz nos acompanhe hoje e sempre.
Que assim seja.
Paz e Bem!