Estudo:
HORA DO EVANGELHO NO LAR - Livro Ceifa de Luz - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco Cândido Xavier – NAS TRILHAS DA VIDA - Capítulo 59
HORA DO EVANGELHO NO LAR
“Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, com bons despenseiros da multiforme graça de Deus.” – PEDRO. (I Pedro 4:10.)
PRECE
Senhor Jesus, agradecemos por estarmos reunidos em Teu nome.
Que Tua luz envolva este ambiente, trazendo paz aos nossos pensamentos e abertura aos nossos corações.
Que os bons Espíritos nos inspirem para que esta atividade seja de aprendizado, reflexão e renovação interior.
Permanece conosco, Senhor, hoje e sempre.
Pai Nosso, que estai nos céus...
LEITURA DO EVANGELHO
Livro – Ceifa de Luz - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco Cândido Xavier – NAS TRILHAS DA VIDA - Capítulo 59.
“Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, com bons despenseiros da multiforme graça de Deus.” – PEDRO. (I Pedro 4:10.)
Inclinamo-nos ternamente para os que enlouqueceram de dor ou resvalaram em perigosos processos obsessivos; no entanto, é imperioso abeirar-nos com simpatia daqueles outros que suportam aflitivas tribulações e torturantes problemas para serem fiéis aos compromissos que assumem.
Pedimos a Proteção Divina para os que viajam em penúria nas sendas do Planeta, acampados em choças, carecentes de tudo; entretanto, é forçoso rogar igualmente o amparo do Alto para aqueles outros companheiros da Humanidade que jornadeiam em naves douradas, da experiência terrestre, encarcerados, todavia em suplícios ocultos.
Exoramos a Bênção do Pai Celeste para os que jazem nos sanatórios e nos presídios, a fim de que tolerem pacientemente as provas a que fizeram jus, segundo os princípios de causa e efeito, mas é justo implorar também o auxílio de Deus para aqueles outros homens e mulheres, em condições de saúde e liberdade, que não se poupam a qualquer sacrifício para o exato desempenho dos encargos edificantes que o mundo lhes indicou.
A ninguém excluas de tua bondade e compreensão.
Somos complementos uns dos outros na Obra Divina.
Ninguém se aperfeiçoa sem o concurso de alguém.
Não te iludas com o jogo das aparências.
Deus te situa junto de todos, porque precisas do amparo de todos, e, de algum modo, todos os que te cercam necessitam de ti.
REFLEXÕES – Estamos no plano físico para aprender e evoluir, desenvolvendo nossas potencialidades. E a melhor maneira de fazer isto é através do serviço. Todos temos possibilidades de servir. E se podemos ser úteis a alguém, ou a alguma causa nobre, o maior beneficiário na ação de servir é o próprio servidor, porque ele aprende, ganha experiência, e se promove. Muitas pessoas lamentam não poder fazer todo o bem que gostariam, por falta de recursos financeiros, porque consideram que só com dinheiro é que se pode auxiliar.
No item 9, do Capítulo XIII – A caridade moral e a caridade material – Irmã Rosália escreve sobre os dois tipos de caridade: a material e a moral e convida a todos: “Amemo-nos uns aos outros e façamos aos outros o que quereríamos que nos fosse feito”. Mostrando muito bem a ideia de que o amor aos outros é a condição única e básica para acabar com a imperfeição dos homens e das gritantes diferenças sociais, econômicas e morais existentes na Terra.
Ela cita algumas situações que evidenciam claramente a presença dessa caridade moral, que levará os homens a amarem-se uns aos outros e a fazer a eles o que querem para si.
1 - Saber calar para que outro mais tolo fale.
2 - Saber fazer-se de surdo, quando for ironizado.
3 - Não ver o sorriso desdenhoso quando assim for recebido por alguém que se julga superior.
Essas três ações se constituem em um exercício de caridade moral, evitando-se consequências desagradáveis e até graves no presente e no futuro.
Interessante que ela afirma que essas atitudes não são provenientes da humildade, mas sim, inspiradas pela caridade moral, que leva a pessoa a não se irritar com comportamentos tolos, assim como o adulto não se irrita com as atitudes das crianças inconsequentes.
Pedro, ao dizer “Servir uns aos outros conforme o dom que recebeste”, lembra que cada um de nós possui dons espirituais que não devem ficar guardados e, a benevolência, a paciência e a indulgência são parte desses dons, talvez, os mais valiosos.
Cada um de nós recebeu da Providencia recursos, qualidades e possibilidades diferentes. Empréstimos divinos destinados ao bem coletivo, para auxiliar ao nosso próximo, pois a verdadeira caridade consiste em usarmos daquilo que temos – pouco ou muito – para ajudar nossos semelhantes.
A caridade mais difícil e a mais transformadora é a caridade moral, que requer: - paciência, benevolência, indulgência – dons para serem colocados a serviço de nossos irmãos, nos transformando em dispenseiros fieis da Providência Divina.
A caridade moral nasce da alma, se reconhece no olhar e na atitude. É serviço silencioso que prestamos ao mundo todos os dias.
Quando escolhemos olhar o outro com bondade, mesmo que ele nos traga dificuldades, iniciamos um movimento interior que nos aproxima de Deus.
Também é como gostaríamos de sermos tratados, com bondade e compreensão.
Quando acolhemos e protegemos sem apontarmos o dedo estamos praticando a indulgência, que nos ensina a ver a falta do outro com misericórdia, da mesma forma como gostaríamos que vissem nossas faltas.
Quando compreendemos que cada um tem seu tempo estamos sendo pacientes e a paciência é irmã da indulgencia, pois nos permite conviver sem ferir, esperar sem reclamar e ajudar sem pressionar, da mesma maneira que gostaríamos que compreendessem e respeitassem nosso tempo.
Quando Jesus disse para não deixar a mão esquerda saber o que faz a direita, estava nos convidando ao serviço discreto.
Assim, cada dia nos oferece uma oportunidade nova de sermos dispenseiros da graça divina, distribuindo ao mundo aquilo que trazemos no coração.
E o que temos em nossos corações?
Pensemos nisto!
PRECE E VIBRAÇÕES –
"Coloca o teu recipiente de água cristalina à frente de tuas orações e espera e confia." [Emmanuel / Chico Xavier]
Senhor Jesus,
Amigo e Mestre de todas as horas, neste momento elevamos o nosso pensamento à Tua luz, pedindo amparo, serenidade e orientação.
Que possamos compreender, Senhor, o valor da caridade moral, essa caridade silenciosa que não aparece aos olhos do mundo, mas que transforma, educa e consola as almas que contigo caminham.
Vibremos, Senhor, pela benevolência.
Que nossos corações aprendam a cultivar a bondade sincera, a boa vontade nas palavras, a gentileza nos olhares e o desejo verdadeiro de espalhar paz onde estivermos.
Que a benevolência seja a nossa primeira atitude diante do próximo.
Vibremos, Senhor, pela indulgência.
Que possamos ver as imperfeições dos outros com os olhos da compreensão e da misericórdia.
Que saibamos perdoar como desejamos ser perdoados.
Que tenhamos coragem de ajudar sem humilhar e de corrigir sem ferir.
Que a indulgência seja o manto de amor com que cobriremos as falhas alheias.
Vibremos, Senhor, pela paciência.
Que ela se faça presente em nossos passos, ensinando-nos a esperar com serenidade, a compreender os diferentes tempos da alma, a confiar na Tua obra silenciosa no coração de cada irmão.
Que a paciência seja o instrumento que acalma, que pacifica, que refaz.
E, por fim, Senhor, vibramos pelos lares, pelos familiares e por todos aqueles que necessitam de amparo hoje.
Envia Tua luz às casas em desequilíbrio, aos doentes do corpo e da alma, aos que sofrem em silêncio, aos que perderam a esperança.
Que eles recebam consolações suaves e invisíveis, que se fortaleçam, que se erga uma ponte de paz entre nós e eles.
Ilumina também nossos pensamentos, para que sejamos instrumentos da Tua paz, dispenseiros fiéis dos dons que nos confiaste.
Que a cada dia aprendamos a servir com humildade, de coração aberto, no silêncio do bem.
Rogamos neste momento que, nossas águas sejam fluidificadas, recebendo os medicamentos que necessitamos para nossas dores físicas, espirituais, morais, mentais e para nossas aflições.
Assim agradecemos por tudo e por tanto que sempre recebemos.
Graças vos damos Senhor.
Que assim seja, sob a Tua proteção e sob a bênção de Deus.
Paz e Bem!
“Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, com bons despenseiros da multiforme graça de Deus.” – PEDRO. (I Pedro 4:10.)
PRECE
Senhor Jesus, agradecemos por estarmos reunidos em Teu nome.
Que Tua luz envolva este ambiente, trazendo paz aos nossos pensamentos e abertura aos nossos corações.
Que os bons Espíritos nos inspirem para que esta atividade seja de aprendizado, reflexão e renovação interior.
Permanece conosco, Senhor, hoje e sempre.
Pai Nosso, que estai nos céus...
LEITURA DO EVANGELHO
Livro – Ceifa de Luz - Pelo Espírito Emmanuel psicografia de Francisco Cândido Xavier – NAS TRILHAS DA VIDA - Capítulo 59.
“Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, com bons despenseiros da multiforme graça de Deus.” – PEDRO. (I Pedro 4:10.)
Inclinamo-nos ternamente para os que enlouqueceram de dor ou resvalaram em perigosos processos obsessivos; no entanto, é imperioso abeirar-nos com simpatia daqueles outros que suportam aflitivas tribulações e torturantes problemas para serem fiéis aos compromissos que assumem.
Pedimos a Proteção Divina para os que viajam em penúria nas sendas do Planeta, acampados em choças, carecentes de tudo; entretanto, é forçoso rogar igualmente o amparo do Alto para aqueles outros companheiros da Humanidade que jornadeiam em naves douradas, da experiência terrestre, encarcerados, todavia em suplícios ocultos.
Exoramos a Bênção do Pai Celeste para os que jazem nos sanatórios e nos presídios, a fim de que tolerem pacientemente as provas a que fizeram jus, segundo os princípios de causa e efeito, mas é justo implorar também o auxílio de Deus para aqueles outros homens e mulheres, em condições de saúde e liberdade, que não se poupam a qualquer sacrifício para o exato desempenho dos encargos edificantes que o mundo lhes indicou.
A ninguém excluas de tua bondade e compreensão.
Somos complementos uns dos outros na Obra Divina.
Ninguém se aperfeiçoa sem o concurso de alguém.
Não te iludas com o jogo das aparências.
Deus te situa junto de todos, porque precisas do amparo de todos, e, de algum modo, todos os que te cercam necessitam de ti.
REFLEXÕES – Estamos no plano físico para aprender e evoluir, desenvolvendo nossas potencialidades. E a melhor maneira de fazer isto é através do serviço. Todos temos possibilidades de servir. E se podemos ser úteis a alguém, ou a alguma causa nobre, o maior beneficiário na ação de servir é o próprio servidor, porque ele aprende, ganha experiência, e se promove. Muitas pessoas lamentam não poder fazer todo o bem que gostariam, por falta de recursos financeiros, porque consideram que só com dinheiro é que se pode auxiliar.
No item 9, do Capítulo XIII – A caridade moral e a caridade material – Irmã Rosália escreve sobre os dois tipos de caridade: a material e a moral e convida a todos: “Amemo-nos uns aos outros e façamos aos outros o que quereríamos que nos fosse feito”. Mostrando muito bem a ideia de que o amor aos outros é a condição única e básica para acabar com a imperfeição dos homens e das gritantes diferenças sociais, econômicas e morais existentes na Terra.
Ela cita algumas situações que evidenciam claramente a presença dessa caridade moral, que levará os homens a amarem-se uns aos outros e a fazer a eles o que querem para si.
1 - Saber calar para que outro mais tolo fale.
2 - Saber fazer-se de surdo, quando for ironizado.
3 - Não ver o sorriso desdenhoso quando assim for recebido por alguém que se julga superior.
Essas três ações se constituem em um exercício de caridade moral, evitando-se consequências desagradáveis e até graves no presente e no futuro.
Interessante que ela afirma que essas atitudes não são provenientes da humildade, mas sim, inspiradas pela caridade moral, que leva a pessoa a não se irritar com comportamentos tolos, assim como o adulto não se irrita com as atitudes das crianças inconsequentes.
Pedro, ao dizer “Servir uns aos outros conforme o dom que recebeste”, lembra que cada um de nós possui dons espirituais que não devem ficar guardados e, a benevolência, a paciência e a indulgência são parte desses dons, talvez, os mais valiosos.
Cada um de nós recebeu da Providencia recursos, qualidades e possibilidades diferentes. Empréstimos divinos destinados ao bem coletivo, para auxiliar ao nosso próximo, pois a verdadeira caridade consiste em usarmos daquilo que temos – pouco ou muito – para ajudar nossos semelhantes.
A caridade mais difícil e a mais transformadora é a caridade moral, que requer: - paciência, benevolência, indulgência – dons para serem colocados a serviço de nossos irmãos, nos transformando em dispenseiros fieis da Providência Divina.
A caridade moral nasce da alma, se reconhece no olhar e na atitude. É serviço silencioso que prestamos ao mundo todos os dias.
Quando escolhemos olhar o outro com bondade, mesmo que ele nos traga dificuldades, iniciamos um movimento interior que nos aproxima de Deus.
Também é como gostaríamos de sermos tratados, com bondade e compreensão.
Quando acolhemos e protegemos sem apontarmos o dedo estamos praticando a indulgência, que nos ensina a ver a falta do outro com misericórdia, da mesma forma como gostaríamos que vissem nossas faltas.
Quando compreendemos que cada um tem seu tempo estamos sendo pacientes e a paciência é irmã da indulgencia, pois nos permite conviver sem ferir, esperar sem reclamar e ajudar sem pressionar, da mesma maneira que gostaríamos que compreendessem e respeitassem nosso tempo.
Quando Jesus disse para não deixar a mão esquerda saber o que faz a direita, estava nos convidando ao serviço discreto.
Assim, cada dia nos oferece uma oportunidade nova de sermos dispenseiros da graça divina, distribuindo ao mundo aquilo que trazemos no coração.
E o que temos em nossos corações?
Pensemos nisto!
PRECE E VIBRAÇÕES –
"Coloca o teu recipiente de água cristalina à frente de tuas orações e espera e confia." [Emmanuel / Chico Xavier]
Senhor Jesus,
Amigo e Mestre de todas as horas, neste momento elevamos o nosso pensamento à Tua luz, pedindo amparo, serenidade e orientação.
Que possamos compreender, Senhor, o valor da caridade moral, essa caridade silenciosa que não aparece aos olhos do mundo, mas que transforma, educa e consola as almas que contigo caminham.
Vibremos, Senhor, pela benevolência.
Que nossos corações aprendam a cultivar a bondade sincera, a boa vontade nas palavras, a gentileza nos olhares e o desejo verdadeiro de espalhar paz onde estivermos.
Que a benevolência seja a nossa primeira atitude diante do próximo.
Vibremos, Senhor, pela indulgência.
Que possamos ver as imperfeições dos outros com os olhos da compreensão e da misericórdia.
Que saibamos perdoar como desejamos ser perdoados.
Que tenhamos coragem de ajudar sem humilhar e de corrigir sem ferir.
Que a indulgência seja o manto de amor com que cobriremos as falhas alheias.
Vibremos, Senhor, pela paciência.
Que ela se faça presente em nossos passos, ensinando-nos a esperar com serenidade, a compreender os diferentes tempos da alma, a confiar na Tua obra silenciosa no coração de cada irmão.
Que a paciência seja o instrumento que acalma, que pacifica, que refaz.
E, por fim, Senhor, vibramos pelos lares, pelos familiares e por todos aqueles que necessitam de amparo hoje.
Envia Tua luz às casas em desequilíbrio, aos doentes do corpo e da alma, aos que sofrem em silêncio, aos que perderam a esperança.
Que eles recebam consolações suaves e invisíveis, que se fortaleçam, que se erga uma ponte de paz entre nós e eles.
Ilumina também nossos pensamentos, para que sejamos instrumentos da Tua paz, dispenseiros fiéis dos dons que nos confiaste.
Que a cada dia aprendamos a servir com humildade, de coração aberto, no silêncio do bem.
Rogamos neste momento que, nossas águas sejam fluidificadas, recebendo os medicamentos que necessitamos para nossas dores físicas, espirituais, morais, mentais e para nossas aflições.
Assim agradecemos por tudo e por tanto que sempre recebemos.
Graças vos damos Senhor.
Que assim seja, sob a Tua proteção e sob a bênção de Deus.
Paz e Bem!